sábado, 31 de julho de 2010
O Amor é Mesmo Assim...
O amor é mesmo assim...
Chega sem mandar aviso de chegada
Vem puro, nu, tal criança nascendo,
Ou vem ferido por senda espinhosa
Não bate à porta, entra e se instala.
Surge, anjo azul entoando cânticos;
Da nuvem onde repousava latente
Ansiedade do nosso coração sozinho
Ou andejo triste buscando carinhos.
Faz nosso corpo sempre perfumado
E todo dia ser domingo primaveril
A nossa vaidade mais vaidosa ainda
Sorrimos para o espelho, ele ao lado.
O amor é mesmo assim...
Floresce dum olhar, duma palavra...
Germina dum sorriso ou vem à-toa
Delicado como quem devia vir antes
Jogando-se ou como não querendo nada
O amor é mesmo assim...
Ao chegar traz na bagagem saudade
Ou ele se enraíza para toda a vida,
E saudades serão apenas momentos,
Ou por pouco tempo, e depois parte,
E deixa na gente um estrago danado.
Chega sem mandar aviso de chegada
Vem puro, nu, tal criança nascendo,
Ou vem ferido por senda espinhosa
Não bate à porta, entra e se instala.
Surge, anjo azul entoando cânticos;
Da nuvem onde repousava latente
Ansiedade do nosso coração sozinho
Ou andejo triste buscando carinhos.
Faz nosso corpo sempre perfumado
E todo dia ser domingo primaveril
A nossa vaidade mais vaidosa ainda
Sorrimos para o espelho, ele ao lado.
O amor é mesmo assim...
Floresce dum olhar, duma palavra...
Germina dum sorriso ou vem à-toa
Delicado como quem devia vir antes
Jogando-se ou como não querendo nada
O amor é mesmo assim...
Ao chegar traz na bagagem saudade
Ou ele se enraíza para toda a vida,
E saudades serão apenas momentos,
Ou por pouco tempo, e depois parte,
E deixa na gente um estrago danado.
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Poemas Antônio Miranda Fernandes
DESCALÇA ESTÁ A DEUSA
DESCALÇA ESTÁ A DEUSA
Tem dias a poesia
Tem horas a emoção
Têm minutos as emoções
os
Segundos da nudez.
A vida é um rumor no poema
os olhos vendem ilusões
os pés descalços
da deusa nua
escrevem fascínio
no meu livro de festejos.
O tempo das andorinhas e o encontro
entre gaivotas entrelaçadas
são soberanas num võo
altaneiro e elegante.
Na sombra dissolvida não respiram mais
os teus sussuros
que marcam as linhas do destino.
Foram festejados os lençois de cetim
os momentos de beijos
a manhã aconchegante na noite
onde deslumbrada te amei...
Amália LOPES
Um pouco de Amália Lopes
Amo as palavras, amo o ser humano, sou defensora dos desprotegidos.
Trabalho, vivo, sorrio para quem por mim passa,
sou alma de poeta,
sou familiar dum grande poeta Bernardo de Passos,
legou-me a grandeza das palavras, o aconchegar das emoções,
o semear caridade, a divina poesia.
Ser-lhe-ei infinitamente grata.
Sou pão e luar para quem pede esmola, sou sol para quem tem frio e chora.
Sou o livro que leio, sou lágrimas, sou liberdade e sou poeta.
Sou a rosa que colhi e, murchou entre os meus dedos.
Tenho várias colectaneas, escrevo em jornais da capital onde moro, Lisboa.
Sou amante de ballet, cinema, teatro, literatura espiritual,
e, amo os gatos.
A vida é uma procura, e o sol, uma hilariante companhia.
E...O Tempo Não Volta
Sinto o tempo curto paraas emoções.
os minutos são para quem quer ser feliz
os segundos são palavras
ao ouvido
ao coração
profundamente na
alma.
Quero um sorriso grande
do tamanho do teu
beijo
demoradamente.
Quero a tua mão
no carinho das estrelas
dançando na pele derretendo
emoções.
Quero dançar, num
vestido colado
num baton vermelho
rodopiando contigo
sentindo o teu beijo na esquina
dum tango, e na valsa do sonho.
Quero, rumores dos regatos
teu corpo em chamas
de mistério e verdade.
Quero a grandeza dos dias
num instante de pérolas, e a memória
de frutos silvestres.
Quero ressuscitar palavras de amor
carinhos escondidos
soltar violinos sonhadores.
Encontrar-te iluminado na mesa das estrelas
e olhar-te como ontem,
na emoção dum mundo...
Amália LOPES
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Coração sonhador

Sou Assim...
Apenas uma simples
Terna e carinhosa mulher!
Com meu jeito próprio de ser
Sonhadora...Caprichosa...
Dizem até que sou dengosa!
Pessoa calma e transparente
Amiga, Amante,
Um pouco Exigente...
Gosto de carinho e muita flor!
Enérgica muitas vezes
Mas nada que não quebre
Esse meu falso rancor
Mimada...
Um pouco enciumada
De quem amo com fervor
Entrego-me por inteira
A quem confio meu amor
Misteriosa e faceira
Distribuo muitos sorrisos
Mas ainda sofro
Por não saber aprender
Como se ama sem temor...
Assim continuo a viver
Amando e sofrendo
Seguindo os impulsos
Do meu coração sonhador!
Cidinha
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Vagando pela Vida
Já vaguei nos sonhos pelas as ruas
Batendo nas portas brincando de ri
Marcando encontro nas noites escuras
Desejando conquistar o amor e ser feliz.
Já fiz juras de amor que esqueci
Beijei muito sem está apaixonado
Já andei na paixão nela perdi-me
Sentei nas calçadas por amor inebriado.
Andei igual aos galos de briga
Cheio de perfume querendo amar
Cheio de marra sentia-me feliz
Louco de paixão querendo beijar.
Fiz charme fui amante e amado
Deixei lembranças guardei saudades
Dos apertos nos bailes beijos molhados
Da magia e encanto das musas amadas.
Tudo fazia para agradar a alma e amar
Por anseios que nem sei explicar
Fiz e hoje ainda tenho saudades
Da juventude que se foi e não volta mais.
(Desconheço o autor)


