
sábado, 8 de janeiro de 2011
Quinze Minutos com Anastácia
Estiveste nesta Terra, ao nosso lado,
vivendo momentos felizes e,
também, infelizes,
por isto mesmo sentiste alegrias e tristezas.
E por quê...?
Justamente porque,
em encarnações anteriores
a este em que te conhecemos,
algo de grave fizeste e, assim,
contraiste dívidas vultosas que,
somente sofrendo e sofrendo muito,
poderias pagar,
poderias pagar o que ficaste devendo e,
assim,
saldar todos os teus compromissos.
Isto, é claro,
não compreendeste nem poderias mesmo
compreender na tua mais recente passagem
por esta Terra e,
somente depois, então,
terias como tiveste,
oportunidade para,
fazendo o bem,
saldares teus compromissos.
E de que forma o fizeste?!...
Procurando,
com a tua nova condição espiritual,
fazer o bem,
praticar a caridade,
curar enfermos,
auxiliar a todos os que a ti recorressem.
E, desta forma,
bem poderás ser considerada
como nós te consideramos,
como uma verdadeira santa.
Não tens, ainda,
a glória dos altares,
segundo a concepção católica,
no entanto,
de que valerá isto?!...
O que tens feito e por certo
continuarás fazendo em favor de nós outros,
ainda encarnados,
ainda sujeitos a todos os sofrimentos,
a todas asinfluências ruins e nocivas
deste mundo terráqueo,
servirá de apoio ao que,
não importa quando,
te será dado desfrutar,
te será dado apresentar:
BEATIFICAÇÃO, em começo e,
depois então,
quando oportuno,
a SANTIFICAÇÃO!
Para isso, aliás,
estamos já lutando.
Para isto, também,
estamos convidando a todos,
sem exceção, para, conosco,
passar quinze minutos
em tua companhia espiritual.
E como fazê-lo!
Como iremos ou poderemos conseguir isto?!
Orando a DEUS,
invocando os bons Espíritos,
como tu,
para estarem ao nosso lado,
conversando contigo,
durante estes pequenos e insignificantes
quinze minutos.
Participando, assim,
destes poucos instantes em que, de nós,
somente bons sentimentos,
boas idéias,
bons desejos para toda a humanidade,
poderão existir.
Façamos, portanto,
no decurso desse pequeno espaço de tempo,
uma oração, uma prece,
um desprendimento,
o maior possível,
de tudo o que nos cerca para que,
desta forma,
possamos comungar com a felicidade,
com o bem estar,
nosso e de toda a gente.
Tetralogia do Amor

Ato I
Vinho e Vida
Em que o poeta confessa
perplexidade e inquietação
ante ao enigma e às
incertezas da vida mas,
oscilando entre o pessimismo
e o otimisto,
abraça finalmente a fé
no que há de vir.
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Decorre a vida, longa, neste mundo,
cheia de dores e de mil quimeras.
Amores, desventuras e um profundo
não saber o que vai n´outras esferas.
Chego ao morno portal das novas eras
dos cinquent´anos o viver fecundo.
Procuro em vão por um amor deveras
e encontro apenas desalento fundo.
Mas como desditar por isto a vida
se o próprio leito da mordaz ferida
tem sempre a gurgitar a cicatriz?
Ao vinho se recorre, velho amigo,
e, embora o travo amargo, eu bebo e sigo
à sã procura do que eu sempre quis.
(Ernane Gusmão)
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Ato II
O Sabiá Luminoso
O poeta sente a mensagem da natureza
e no êxtase de um estado hipnagógico
constrói o sonho da felicidade eterna
na metáfora de um pássaro luminoso.
----------------------------------------------
Sonhei...ou não sonhei?...não sei bem como
ouvi um sabiá cantar lá fora.
Cada viro da flauta era um pomo
cheio de luz, mas de uma luz sonora.
**
Seguí-o, tão furtivo qual gnomo,
olhando-o entre as folhas, sob a aurora.
Tinha os risos alegres de um Rei Momo
e todos os encantos de Pandora.
**
No véu crepuscular da madrugada
entre o sono e a vigília embotada
viví esse turdídeo luminoso.
**
E desde então, qual felizardo amante,
meu despertar é um festim bacante
entre flautas de luz e sons de gôzo.
**
(Ernane Gusmão)
----------------------------------------------
Ato III
Licor de Anis
O poeta deixa-se enlevar pela embriaguez
dos sentidos
e descobre o verdadeiro amor
na image real de uma mulher.
--------------------------------------------
Licor de anis, azul embriagante,
a cada gole meus desejos trais:
- o vulto da singela e doce amante,
fluídos perfumes, densas espirais.
**
Eu sorvo a tona desse anil bacante
e me inebrio em delírios tais;
ouço o murmúrio dela, soluçante,
em sintonia com mudos ais.
**
A timidez me prende, relutante,
o coração reclama: - Segue avante,
por que não quebras o temor e vais?
**
E, quêdo embora, bafejou-me a graça:
- Licor de anis, sumiu da minha taça,
mas ela...dos meus olhos...nunca mais!...
**
(Ernane Gusmão)
---------------------------------------------
Ato IV
O Bem-te-vi
Em que o poeta ama intensamente a alguém e,
sem perder o contato com a natureza, ouve, desnudo
com sua amante, a música do universo figurada na
simploriedade do canto de um Bem-te-vi.
--------------------------------------------------
A suavidade anil do morno leito
se abre para o azul do nosso amor
e me recebe inteiro quando deito
ao lado do teu corpo e teu calor.
**
Nos enroscamos...beijos cobrem o peito,
eu me derramo sobre o teu pudor;
às mil carícias de tua mão afeito,
deixo me levem para onde fôr.
**
Nós nos julgamos longe dos olhares
das águas, terra, e também dos ares
...mas eis que a ave bem de nós sorri..
**
Espreita entre amêndoas o rameiro,
estica os olhos, bico fofoqueiro,
pela janela grita: - Bem-te-vi!...
**
(Ernane Gusmão)
Chakra do Terceiro Olho e Chakra da Coroa
Chakra do Terceiro Olho
Também chamado de chakra frontal
e chakra da terceira visão,
o sexto chakra está localizado
entre os olhos.
Está ligado à hipófise.
Responde pela memória,
concentração, visualização e imaginação.
Quando em equilíbrio,
dá todas essas coisas,
além da intuição.
O Terceiro Olho é o que nos mostra
o que está por trás do véu.
Quando em desequilíbio,
dá dores de cabeça,
falta de concentração e
problemas de visão e auditivos.
Sua cor:
azul-escuro.
Órgãosque rege:
visão, ouvidos, nariz,
parte inferior do cérebro, memória,
sistema nervoso
e glândula piuitária.
---------------------------------------------------
Chakra da Coroa
Também chamado chakra coronário,
o chakra da coroa
localiza-se no alto da cabeça,
bem no centro.
Ligado diretamente à glândula pineal,
é nossa conexão
com as forças superiores.
A energia que sai desse chakra,
quando ele está bem,
é linda e cobre todo o corpo,
como se fosse uma cascata.
Quando em equilíbrio,
proporciona consciência cósmica,
sabedoria e inspiração.
A inspiração é subestimada
pela maioria das pessoas.
Ela é importantíssima!
Melhor perder a vida
que a inspiração pra viver.
Quando em desequilíbrio,
dá falta de motivação, desânimo,
depressão e bloqueio.
Sua cor:
branco ou violeta.
Rege:
glândula pineal,
a parte superior do cérebro,
espiritualidade,
meditação e expressões superiores
do ser humano.
Também chamado de chakra frontal
e chakra da terceira visão,
o sexto chakra está localizado
entre os olhos.
Está ligado à hipófise.
Responde pela memória,
concentração, visualização e imaginação.
Quando em equilíbrio,
dá todas essas coisas,
além da intuição.
O Terceiro Olho é o que nos mostra
o que está por trás do véu.
Quando em desequilíbio,
dá dores de cabeça,
falta de concentração e
problemas de visão e auditivos.
Sua cor:
azul-escuro.
Órgãosque rege:
visão, ouvidos, nariz,
parte inferior do cérebro, memória,
sistema nervoso
e glândula piuitária.
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Chakra da Coroa
Também chamado chakra coronário,
o chakra da coroa
localiza-se no alto da cabeça,
bem no centro.
Ligado diretamente à glândula pineal,
é nossa conexão
com as forças superiores.
A energia que sai desse chakra,
quando ele está bem,
é linda e cobre todo o corpo,
como se fosse uma cascata.
Quando em equilíbrio,
proporciona consciência cósmica,
sabedoria e inspiração.
A inspiração é subestimada
pela maioria das pessoas.
Ela é importantíssima!
Melhor perder a vida
que a inspiração pra viver.
Quando em desequilíbrio,
dá falta de motivação, desânimo,
depressão e bloqueio.
Sua cor:
branco ou violeta.
Rege:
glândula pineal,
a parte superior do cérebro,
espiritualidade,
meditação e expressões superiores
do ser humano.




































