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domingo, 11 de julho de 2010

AS 11 MÃES MAIS SINGULARES DO MUNDO

AS 11 MÃES MAIS SINGULARES DO MUNDO


C u r i o s i d a d e ...


A mãe com o maior número de filhos sobreviventes de um único parto


A estadunidense Nadya Denise
Doud-Suleman Gutierrez, a octomãe, deu à luz a oito bebês em janeiro de 2009. Os óctuplos são o segundo caso registrado de um número tão grande de bebês que sobrevivem ao parto. O caso levou a uma polêmica no campo da tecnologia de fertilidade assistida, já que Gutierrez, que é solteira, já tinha seis filhos, e ficou grávida dos óctuplos a partir de tratamentos contra infertilidade, assim como seus outros filhos.
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A mãe mais jovem do mundo



Em 1939, surgiu em um hospital em Pisco, no Peru, um dos casos mais assombrosos de gravidez: uma índia das proximidades levou ao hospital uma garota de cinco anos, com um abdome enorme. A mulher acreditava que ela estava possuída por espíritos malignos, e o médico achou que ela tinha um tumor. Após exames, o médico Geraldo Lozada constatou a gravidez de oito meses na pequena Lina Medina.
O médico então levou a garota para Lima, capital do país, onde outros médicos realizaram exames e confirmaram a gravidez. No dia 14 de maio de 1939, Medina deu à luz a um bebê por meio de uma cesárea. O filho da jovem garota pesava 2,7 quilos, e recebeu o nome do médico que cuidou da sua mãe. Ele foi criado achando que sua mãe era sua irmã, mas descobriu a verdade aos dez anos.

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A mãe de primeira viagem mais velha do mundo




Rajo Devi Lohan teve seu primeiro filho em novembro de 2008, aos 70 anos. Ela afirmou que tinha esperado por mais de 40 anos para ter este filho, e que planeja amamentá-lo por pelo menos três anos.

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A mãe com o maior número de partos




Feodor Vassilyev era um camponês de Shuya, na Rússia. Embora ele não fosse digno de registros, sua esposa, chamada Valentina Vassilyeva, bateu o recorde do maior número de filhos paridos por uma única mulher. Ela deu à luz a 69 crianças: 16 pares de gêmeos, 7 trigêmeos e 4 quadrigêmeos entre 1725 e 1765, totalizando 27 partos. Dos 69 filhos, 67 sobreviveram.
No mundo moderno, o recorde fica com Leontina Albina, de San Antonio, no Chile. Ela afirma ser mãe de 64 crianças, destas, 55 estão devidamente documentadas. A mulher com o maior número de filhos que não são gêmeos é Lívia Ionce. A mulher romena, de 44 anos, deu à luz ao seu 18° filho em 2008.

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A primeira mãe-homem





Thomas Beatie nasceu como mulher mas passou por procedimentos para se tornar um homem. Ele vive em Oregon, nos Estados Unidos, com sua esposa Nancy. Beatie passou por tratamentos hormonais e cirurgias, mas ainda tem seus órgãos reprodutivos femininos. Em 29 de junho, ele deu à luz a uma filha, e já está grávido novamente.A sua esposa não pode ter filhos porque sofreu uma histerectomia. O casal teve a filha a partir de uma inseminação artificial, utilizando o esperma de um doador e o óvulo de Beatie.
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A mãe mais velha de gêmeos



Omkari Panwar, aos 70 anos, queria ter um filho. Para realizar o sonho da esposa, Charan Singh Panwar, de 77 anos, vendeu seus búfalos e hipotecou a terra em que eles viviam, além de gastar todas as suas economias para pagar para o tratamento que deixaria sua esposa grávida. Assim, Panwar ficou grávida de gêmeos, um garoto e uma garota, que nasceram prematuramente, mas que são saudáveis, segundo médicos. O casal já tinha duas filhas adultas, além de cinco netos.

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A mãe de aluguel mais fértil





Carole Horlock, de 42 anos, deu à luz a 12 bebês em 13 anos, inclusive a trigêmeos. Ela afirma que, quando começou a ser mãe de aluguel, ela pensou em fazer aquilo uma vez, mas que gostou muito da experiência. Ela diz que não tem nenhuma exigência aos pais dos trigêmeos, só pediu que eles mandassem uma carta e uma foto anualmente, para que ela soubesse como eles estão. Entretanto, as experiências desta estadunidense não são todas boas: o pai da mulher não se relaciona com ela, revoltado porque ela está doando seus netos.

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A menor mãe do mundo





A mãe mais baixinha do mundo está prestes a ter seu terceiro filho, apesar de avisos de que ela pode estar arriscando a própria vida. Stacey Herald tem apenas 70 centímetros de altura e desafiou os médicos que diziam que ela não poderia ter filhos devido à sua diminuta estatura.
Ela e seu marido, que tem uma altura normal, estão aguardando ansiosamente pelo nascimento de seu terceiro filho. Enquanto está grávida, Stacey não consegue segurar sua outra filha, porque a barriga atrapalha muito. Ela admite que ficar grávida é desconfortável, mas afirma que tem vontade de ter mais filhos.


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A mãe do menor bebê do mundo



Mahajabeen Sheikh deu à luz a Rumaisa Rahman em setembro de 2004. A bebê pesava menos de 300 gramas e tinha apenas 25 centímetros de comprimento. Ela nasceu prematura, com apenas 26 semanas e seis dias. Rumaisa nasceu com uma irmã gêmea, chamada Hiba, que pesava quase 700 gramas quando nasceu. Agora, as duas bebês estão saudáveis.


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A mãe com o maior intervalo entre cada gravidez


Elizabeth Ann Buttle teve dois filhos, Belinda e Joseph, o que, sozinho, não é nada de mais. Porém, Belinda nasceu em 1956, e seu irmão Joseph nasceu em 1997, com um intervalo de 41 anos e 185 dias entre cada nascimento.

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A mãe solteira sem braços




A artista Alison Lapper nasceu em 1965 com uma condição médica rara, que fez com que ela desenvolvesse as pernas curtas, além de não ter braços. Ela viveu toda a sua vida em uma escola especial na Inglaterra, e aos 26 anos se formou em Belas Artes. Em 2000, após um breve relacionamento, ela descobriu que estava grávida. O homem fugiu da responsabilidade, mas Lapper afirma ter ficado muito feliz com a gravidez. Ela deu à luz a um garoto chamado Parys.






























sexta-feira, 9 de julho de 2010

Para Mamãe



Como não podia estar em toda parte
ao mesmo tempo,
Deus criou as mães.

(Provérbio Judaico)

Sejamos Felizes - Mensagens do Espírito Antônio Carlos



Dizer que a vida encarnada é isenta
de problemas
é viver fora da realidade.
Sem otimismo exagerado,
devemos resolver nossas dificuldades
e não chorar por elas.
Tudo de ruim que acontece conosco
não é injusto.
O que nos sucede deve ajudar em nosso
desenvolvimento e,
se o aceitarmos da maneira correta,
aprenderemos a lição.
Devemos nos opor às nossas infelicidades
com a força do nosso conhecimento
e da razão,
mudando o que pode ser mudado e aceitando
com amor o que não podemos mudar.
Temos de evitar as queixas,
principalmente sobre as doenças,
pensar na saúde e desejá-la.
Não devemos nos preocupar com o que
poderá acontecer no futuro,
se algo irá se concretizar ou não.
Devemos substituir o egoísmo pelo altruísmo,
pensar no bem do próximo e não em nosso
próprio bem somente.
Devemos nos empenhar para não ficarmos
tristes.
Quando cedemos à tristeza e ao sofrimento,
irradiamos melancolia.
Se ficarmos sempre alegres,
irradiaremos alegria,
que se estenderá a todos aqueles que de nós
se aproximarem.
Precisamos estar em paz.
A falta de paz traz uma perturbável
inquietação que nos faz infelizes.
Nossa felicidade deve ser ativa no bem
e repartida com os outros,
para que possa assim ser multiplicada.
Deus quer que sejamos felizes
e contribuamos para a felicidade de nossos irmãos,
cultivando a alegria,
espantando a tristeza.
Ele quer que sintamos a alegria no bem
realizado, na dor amenizada.
Sejamos felizes!

***
(Psicografado pela médium
Vera Lúcia Marinzech de Carvalho)

Saudação À Cruz

Ave Cruz Sagrada,
Esperança Única
Bendito Lenho em que padeceu
Nosso Senhor Jesus Cristo,
para a nossa salvação.
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Assim seja.
**
Observações
Rezar esta oração diante de um Crucifixo
com duas velas acesas.
Pode ser recitada a qualquer hora do dia
ou da noite.
Rezar em seguida um Pai Nosso e uma
Ave Maria.

Cruz de Caravaca

A oração é sempre seguida de um resultado,
desde que seja feita em condições
convenientes.
Porque na oração sempre se tem alguma coisa
para se aprender.
No entanto,
o orar é considerado pelos homens modernos
como um hábito que caiu em desuso,
uma vã superstição.
Por isso ignoramos quase por completo
os seu efeitos.
Quais são de fato, as causas dessa ignorância?
Em primeiro lugar, a raridade da oração.
O sentido do sagrado está prestes a desaparecer
entre os civilizados,
sendo provável que o número de pessoas
que oram não vai além de 4 ou 5 %
da humanidade.
Depois, a oração é muitas vezes estéril,
visto que a maior parte daqueles que oram
são egoístas, mentirosos, orgulhosos
e fariseus incapazes de Fé e de Amor.
Por isso, os efeitos da oração,
quando chegam a produzir,
escapam-nos muitas vezes.
A resposta aos nossos pedidos e ao vosso amor
é dada usualmente por uma forma lenta,
insensível e quase inaudível.
A débil voz que murmura essa resposta
no mais íntimo de nós
é facilmente abafada pelos ruídos do mundo,
e os próprios resultados materiais da oração
são obscuros,
pois se confundem geralmente com os
outros fenômenos.
Poucas pessoas, mesmo os padres,
têm tido ocasião de os observar por uma
forma precisa;
por falta de interesse,
deixam muitas vezes sem estudo certos casos,
que se encontram ao seu alcance.
Por outro lado,
os observadores ficam muitas vezes
desnorteados pelo fato de que a resposta está,
em muitos casos,
longe de ser aquela que se esperava.
Assim,
aquele que implora a cura de uma doença
orgânica continua doente,
mas sofre uma profunda e enexplicável
transformação moral.
No entanto o hábito da oração,
embora seja uma exceção no conjunto
da população é relativamente frequente
nos agrupamentos que se mantêm fiéis
à religião dos antepassados.
E é nesses agrupamentos que se torna ainda
possível estudar a sua influência.
Entre os seus inumeráveis efeitos,
o médico tem oportunidade de observar,
sobretudo,
aqueles que se chamam psicológicos e curativos.
O que sabemos já por forma segura
é que a oração produz efeitos palpáveis.
Por muito estranho que isto nos possa parecer,
devemos considerar como verdadeiro
que quem pede recebe e que sempre se abrem
as portas a quem bate.


As Delicadezas das Graças


3ª PARTE


As religiosas,
que convivem tanto tempo com ela,
apreciam as belas qualidades naturais
de Teresa,
estimam-se sinceramente,
mas não percebem a sua santidade.
Chegam a considerar algumas das suas
ações mais generosas como negligências
e imperfeições.
Consideram-na como uma menina
que dá muitas esperanças,
mas que ainda tem poucas virtudes
adquiridas.
Mas há mais.
E aqui, para julgar corretamente as coisas,
é preciso admitir a vontade da Providência.
No Carmelo reina uma extremada caridade;
de acordo com a vontade da fundadora,
Santa Teresa de Ávila,
as doentes são tratadas com as maiores
atenções.
Ora, eis que no fim da quaresma,
a pequena Santa expele sangue em
diversas ocasiões.
Como o dever impõe, ela não o esconde.
Mas di-lo com simplicidade tão graciosa
que ninguém se preocupa com o seu estado
de saúde.
Deixam-na continuar com os jejuns e vigílias,
protelam o tratamento da doença.
O divino Mestre assim o quis:
porque tinha pressa em colher
esta alma virginal para os jardins do seu
Paraíso.
No Carmelo de Lisieux,
Teresa depara-se com outras cruzes,
mas estas não lhe vêm das criaturas.
Penetram mais a fundo no seu coração,
martirizam-na mais,
porque foram plantadas pela mão
do próprio Deus.
Que cruzes tão dolorosas são essas?
Primeiro é a provação que se abate sobre
a família: prostra o pai que ela amava
com tanta ternura,
e leva-o ao túmulo,
após uma penosa agonia de três anos.
Segue-se uma terrível escuridão:
grandes tentações contra a fé,
combatidas sem tréguas,
mas sempre a renascerem.
Durante longos meses,
elas atormentam Santa Teresinha.
Esta enorme provação só terminará
no leito da agonia:
clarõesde luz hão-de rasgar a noite
e Teresa exalará o último suspiro
num grande êxtase de amor.
Para compreender este cruel sofrimento,
devemos conhecer a doutrina de
São João da Cruz
sobre as purificações passivas.
Os estreitos limites deste opúsculo
impedem-nos de expôr detalhadamente
tal doutrina;
mas podemos afirmar,
sem faltar à mais estrita verdade,
que esta última provação de Teresa
ultrapassa os mais dolorosos sofrimentos
naturais.

Glória ao Pai



Glória ao Pai,
ao Filho e ao Espírito Santo.
Assim como era no princípio,
agora e sempre.

Amém.