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domingo, 3 de novembro de 2013




O amor lido por aí...



Sai de casa só pelo gosto de caminhar.
Sorri para todos.
Faz um álbum de família.
Conte estrelas.
Volta a ser criança, Pule corda.
Apague de vez a palavra ''rancor''.
Diga ''sim''.
Dê uma boa risada!
Amados, amor é mais que isso, 
é Ágape.
Ágape é amor divino,
 portanto, 
quando você lê o nosso livro Ágape
você compreende que o amor do mundo
não é o verdadeiro,
 mas sim o de Deus
que é amor incondicional,
 amor que transforma, 
amor que renova 
é amor que ilumina. 
Ei!!! Quer viver o amor do mundo?
 Pode viver,
 mas não esqueça que o verdadeiro amor (Ágape
é só o de Jesus, viva agora. 

Um forte Ágape!!!! 





Quando você lê, o nosso Ágape,
 esse livro que é amor incondicional,
 você começa a compreender certas

palavras...




“LEALDADE”
Palavra bonita... Ofereça-a.
“EU" 
Palavra egoísta... Evite-a.
”NÓS" 
Palavra de Deus… Use-a.
“INVEJA"
Palavra mais venenosa… Destrua-a.
“AMOR"
Palavra mais usada, mas só no Ágape ela será entendida...
“SORRISO"
No Ágape, palavra mais prazerosa…
“MENTIRAS” 
As palavras que mais prejudicam... Ignore-as.
A palavra mais difícil…
”HUMILDADE"
Feliz aquele que a vive.

Um forte Ágape!!!! 




Quem Lê o nosso Ágape, em oração, sabe plantar...


Quem planta árvores, colhe alimento. 
Quem semeia flores, colhe perfume. 
Quem semeia o trigo, colhe o pão. 
Quem planta amor, colhe amizade. 
Quem semeia alegria, colhe felicidade. 
Quem planta a vida, colhe milagres. 
Quem semeia a verdade, colhe confiança. 
Quem planta fé, colhe a certeza. 
Quem semeia carinho, colhe gratidão. 

No entanto, há quem prefira, 
Semear tristeza e colher desconsolo, 
Plantar discórdia e colher solidão, 
Semear vento e colher tempestade, 
Plantar ira e colher desafeto, 
Semear descaso e colher um adeus, 
Plantar injustiça e colher abandono. 
Somos semeadores conscientes, e quando lemos o Ágape, somos enviados para espalhamos diariamente
milhões de sementes ao nosso redor, basta querer. 

Um forte Ágape!!!! 


sexta-feira, 1 de novembro de 2013


ADORO FLORES














CINCUENTA JANERU


Cincuenta anu di indadi!
Sodadi da mininici!
Mei longi da mucidadi,
Mais pertin da veici!

Filiz daqueli qui agüenta,
Sem discansá na subida,
I du premêru au cincuenta
Degrau da iscada da vida!

Mei sécru di izistença!
Siguinu a istrada du bem,
Não mi acusa a cunciênça
Di tê feitu mar a ninguém!

Discunhecenu a riqueza,
Inimigu da vaidadi,
Vivu na minha pobreza,
Muntu ricu di filicidadi!

Já na curva du caminhu,
Mi cunsideru muntu filiz,
Nu confortu e nu carinhu
Dus amigu qui já fiz!

Só uma coisa, somenti,
Mi ispremi u coração!:
- A sodadi impertinenti,
Das banda du meu sertão!

I hoji nessa mesmici,
Sintu a isperança já morta,
Mi alembru da mininici
I a lembrança mi conforta!

"Coração num inveiéci"
Anssim diz um véiu rifão.
Ama, sofri, chora i padeci,
Mais é sempri coração!

Puis inquantu u tempu passa,
Meu coração num si cansa,
Di fazê cum qui eu faça,
As traquinagi di criança!

Eu já varei muntus verão
Dona veici num mi ispanta.
Carru di boi lá nu sertão,
Quantu mais véiu mais canta!

I anssim, sempri cantandu,
Vô dona veici inludindu,
- Si vim prá vida chorandu,
Sigu prá morti mi rindu!

Anssim, minh'arma, danu risada,
Dêssi mundi, sem sodadi,
Vai-si, quandu fô chamada,
Pru sertão da Internidadi!

a) Divino - (O Poeta Sertanejo)




POETISAS
 
Amarilis, que passas no murmúrio lento,
Da voz dos rios, entre os silverais,
Dá-me, olvidar o  padecer que aumento,
Lembrando os sonhos que não voltam mais.
 
Rosa Gandine, que sonhas na canção dolente,
Que a tarde, entoa no partir do sol,
Leva a saudade que minh'alma sente,
No colorido escrínio do arrebol.
 
Alma de Poeta, que espalhas a oração dos sinos,,
Quando a noite começa a se estender;
Pousa minh'alma nos umbrais divinos,
Onde a esperança nos ensina a crer.
 
Linda, que vibras no gorjear das aves,
Quanndo a manhã o espaço vem tingir;
Dá-me as delícias dos anseios suaves,
Que um grande afeto me fará sentir.
 
Ana Rita, que sabes do lamento triste,
Da voz do vento pelas solidões;
Seca este pranto que em meus olhos viste,
Dá-me que sinta novas ilusões.
 
Mônica, que vagas no cantar moroso,
Da mãe que embala o filho adormecido;
Deita, em meus lábios o licor precioso,
Do amor que traz um bem jamais sentido.
 
Simone, que inspira ternos enamorados,
Em madrigais de líricos arpejos,
Traz-me luz de poemas encantados,
Prá que em meus versos, se desfolhem beijos.
 
Júlia Teles, que roças pela ribanceira,
Por sobre as ondas, pela imensidade,
Me devolva a vida da ilusão primeira,
Me devolva a crença na felicidade.
 
Rosy, faça com que, com muito carinho,
Este  meu dorido peito,  em místico fervor; 
Revele a alguém, num canto baixinho, 
Toda extensão de meu mais profundo amor.
 
a) Divino - (O Poeta Sertanejo)



 A propósito de estrelas
     
Não sei se me interessei pelo rapaz
por ele se interessar por estrelas
se me interessei por estrelas por me interessar
pelo rapaz hoje quando penso no rapaz
penso em estrelas e quando penso em estrelas
penso no rapaz como me parece
que me vou ocupar com as estrelas
até ao fim dos meus dias parece-me que
não vou deixar de me interessar pelo rapaz
até ao fim dos meus dias
nunca saberei se me interesso por estrelas
se me interesso por um rapaz que se interessa
por estrelas já não me lembro
se vi primeiro as estrelas
se vi primeiro o rapaz
se quando vi o rapaz vi as estrelas
     
Adília Lopes