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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Maria no Primeiro Evngelho de Tiago

Este é um Evangelho Apócrito
(palavra grega que significa escondido,
oculto, secreto)
atribuído a Tiago Menor,
mas não há provas disso,
daí os estudiosos acreditarem
ser de alguém que,
para valorizar o escrito,
adotou o nome deste apóstolo.
A data provável da sua composição
é do final do séc. II d.C.
Este Evangelho teve larga aceitação
pelos antigos do oriente,
mas no Ocidente na recebeu acolhida.
Nele,
José é apresentado como viúvo,
de idade avançada
e pai de diversos filhos de seu
primeiro casamento.
É um Evangelho comovente,
que mostra que Maria
foi consagrada a Deus
antes mesmo de vir ao mundo,
e viveu até aos 12 anos no Templo,
sendo alimentada pelas mãos de Anjos.
Jovem ainda,
foi entregue a José
para que cuidasse dela
e não permitisse que nada a maculasse.
Mostra o drama de José
ao encontrá-la grávida,
pois a ele havia sido dada sagrada
incumbência de guardá-la
porque era consagada a Deus.
A Igreja Católica
não o incluiu o Novo Testamento,
mas apesar disso,
a ele estão ligadas comemorações
litúrgicas e, por ele,
a Igreja conhece os nomes dos pais
de Maria
(nenhum escrito bíblico,
incluido no Novo Testamento
nos dá esta informação),
Joaquim e Sant´Ana.
Eis o relato do nascimento de Cristo
em uma gruta:
"Naquele instante a nuvem começou
afastar-se da gruta:
e na gruta apareceu uma luz tão forte
que os olhos não podiam suportá-la.
Pouco depois
a luz começou a afastar-se
e apareceu um recém-nascido,
que foi sugar o peito de Maria
sua mãe"

domingo, 17 de outubro de 2010

Maria na Bíblia

No Antigo Testamento
Muitos são os profetas que escreveram sobre
a Virgem Maria,
onde Ela é apresentada como a filha de Sião.
Eis alguns trechos:
**
"Rejubila-te, filha de Sião,
solta gritos de alegria, Israel!
Alegra-te e exulta de todo o coração,
filha de Jerusalém!
O Senhor revogou tua sentença,
eliminou teu inimigo.
**
O Senhor, o rei de Israel,
está no meio de ti,
como um herói que salva!
Ele exulta de alegria por tua causa,
ele te renova por seu amor,
ele se regozija por causa de ti
com gritos de alegria."
**
"Exulta, alegra-te, filha de Sião,
porque eis que venho
para morar em teu meio..."
**
"Habitarei no meio de ti
e tu reconhecerás que o Senhor
Todo - poderoso me enviou."
**
"Exulta e grita de alegria,
habitante de Sião,
porque é grande em teu meio
o Santo de Israel!
**
Todas as profecias a respeito da vinda
do Messias
estão repletas de convite ao júbilo e alegria,
convidando à renovação.
É o que veremos no Novo Testamento,
na mensagem de Gabriel para a Virgem:
Alegra-te!
**
No Novo Testamento
Maria atende a todo este convite
ao júbilo desde a anunciação,
quando o Arcanjo Gabriel lhe diz:
"Alegra-te, cheia de graça,
o Senhor está contigo!"
e, já grávida, ao visitar Isabel,
sua prima idosa,
grávida de João Batista,
ouviu a exclamação:
"Bendita és tu entre as mulheres
e bendito é o fruto de teu ventre!(...)
Feliz
aquela que teve fé no cumprimento
do que lhe foi dito da parte do Senhor."
Então Maria fala um dos mais
belos Cânticos- o Magnificat:
**
"Minha alma engrandece o Senhor
e rejubila meu espírito em Deus,
meu Salvador,
porque olhou para a humildade de sua serva.
Eis que desde agora me chamarão
feliz todas as gerações,
porque grandes coisas fez em mim
o Poderoso cujo nome é Santo.
Sua misericórdia passa de geração em geração
para os que o temem.
Mostrou o poder de seu braço
e dispersou os que os orgulham de seus
planos.
Derrubou os poderosos de seus tronos
e exaltou os humildes,
Encheu de bens os famintos
e aos ricos despediu de mãos vazias.
Acolheu Israel, seu servo,
lembrando-se de sua misericórdia,
segundo o que prometera a nossos pais,
em favor de Abraão e de sua descendência
para sempre."
**
Sobre o Magnificat,
o Papa João Paulo II,
em sua Encíclica Redemptoris Mater(2)
escreveu:
**
"Quando Isabel saudou a jovem parente,
que acabava de chegar de Nazaré,
Maria respondeu com o Magnificat.
Na sua saudação,
Isabel tinha chamado a Maria:
primeiro, "Bendita",
por causa do "fruto do seu ventre";
e depois, "feliz"(bem-aventurada)
por causa da sua fé.
Essas duas palavras abençoantes referiam-se
diretamente ao momento da Anunciação.
Agora, na Visitação,
quando Isabel,
na sua saudação,
dá um testemunho daquele momento
culminante,
a fé de Maria enriquece-se de uma nova
consciência e de uma nova expressão.
Aquilo que no momento da Anunciação
permanecia escondido na profundidade
da "obediência da fé"
dir-se-ia que agora daí irrompe,
como uma chama clara e vivificante
do espírito(...)
Transparece a experiência pessoal de Maria,
o êxtase do seu coração."
**
Nossa trajetória espiritual
desenvolve-se e avança pela fé
e Maria nos deu este exemplo de fé
quando deu um sim incondicional a Deus:
"Eis aqui a serva do Senhor.
Faça-se em mim segundo a Tua Palavra!"
E mais adiante,
Jesus mostra que a santidade de Maria
estava em sua total aceitação
da Palavra de Deus:
"Antes felizes os que ouvem
a palavra de Deus
e a põem em prática."
Atitude contrária teve Zacarias,
sacerdote.
No exercício de suas funções sacerdotais,
lá estava Zacarias oferecendo incenso
no Templo
enquanto toda a multidão rezava
do lado de fora.
Apareceu-lhe um Anjo do Senhor, de pé,
à direita do altar do incenso.
Zacarias foi então informado
que sua esposa Izabel,
idosa e estéril, lhe daria um filho,
alguém especial que
"Converterá muitos dos israelitas
para o Senhor, seu Deus."
Zacarias, tendo tudo para crer
(afinal, não era ele um sacerdote
e não se encontrava no Templo,
executando práticas devocionais?)
não acreditou.
"E como terei certeza disso?"
indagou ao Anjo.
A resposta foi o total emudecimento
de Zacarias todo o tempo da gestação
de Isabel.
Somente assim ele pôde se certificar
da veracidade da mensagem!
Foi um exercício de amadurecimento da fé,
nove meses de mudez total
para interiorizar-se e deixá-lo pronto
para assumir a missão de ser
o pai de João Batista.
A mais pura e cristalina fé
não precisa de provas;
a incerteza e a dúvida muitas vezes anulam
o poder transformador de uma profecia.
Maria não perguntou
como poderia se certificar,
Ela apenas perguntou como se daria,
já que era Virgem.
Este foi o momento em que a obediência
da fé se realizou.
Assim...sem provas!
Quantas e quantas vezes,
em nossas vidas,
vivemos momentos especiais que,
após um tempo,
se dissipam deixando-nos com dúvidas.
Algumas vezes chamamos a nossa experiência
com o Divino de mera coincidência,
alucinação, etc.
Maria acreditou e seguiu acreditando
até o fim,
mesmo quando aquele que Gabriel
disse ser Filho do Altíssimo foi traído,
humilhado, espancado e crucificado.
Aos pés da cruz...ela acreditou!

Maria na Bíblia


Conhecem-se várias Marias na Bíblia:
-Maria Madalena;
-Maria, mãe de Tiago Menor e José,
-Maria de Betânia;
Maria, mãe de Marcos, etc.
Os estudiosos afirmam que Jesus
foi o filho único da Virgem Maria,
afirmando,
dentre inúmeras justificativas,
o fato de que,
se Maria tivesse algum outro filho,
Jesus não a teria confiado a João.
Há uma corrente que afirma que José
era viúvo quando foi designado a cuidar
de Maria,
casando-se com Ela por ordem dos
sacerdotes do Templo,
e que José tinha filhos de seu primeiro
casamento.
Em Atos dos Apóstolos 1,14, lê-se que
"todos eles perseveraram unanimemente na oração,
juntamente com as mulheres,
entre elas, Maria, mãe de Jesus,
e os irmãos dele".
Como em hebraico ou em aramaico não existe
a palavra "primo",
alguns estudiosos supõem que esses irmãos
possam ser primos,
filhos de outra Maria,
esposa de Ceolfas.

sábado, 26 de junho de 2010

Maria, A Via Mística Para Cristo


A devoção a Maria começa onde a história
humana de Cristo se encerra.
Para aquele que se encontra diante da cruz,
olhando o Cristo crucificado,
existe uma Mãe amável e misericordiosa,
sempre pronta a mostrar o Caminho mais além.
É naquele crucial momento em que o discípulo,
sem entender racionalmente a Vontade do Pai
de horror pela cruz,
que é apresentada a forma de prosseguir e
superar aquele acontecimento aparentemente
insano da crucificação.
O racional questiona:
"Afinal, Ele não é Messias?
Como pode deixar-se crucificar sem usar
todas as armas que tinha consigo?"
Quantas e quantas vezes nós nos perguntamos
"para que?", "Porque?" e fica difícil entender
o que Deus está querendo mostrar com tudo
o que acontece em nossas vidas,
principalmente se é um acontecimento negativo,
doloroso.
A cruz surge em nosso caminho quando menos
a esperamos,
quando nem nos achamos preparados para ela.
E João ali, prostrado aos pés do seu mestre crucificado,
vendo-o agonizar,
poderia até achar que Jesus não era o Messias
anunciado, porque se o fosse,
não permitiria sua crucificação.
Poderia João caminhar por outros caminhos
e até mesmo esquecer dos ensinamentos
transmitidos considerando tudo uma grande utopia.
Mas naquele momento,
foi-lhe dada a última Instrução:
"Receba a minha mãe,
pois a partir deste momento Ela é a sua Mãe!"
Jesus já havia falado que,
para entrarmos no Reino precisamos
nos tornar crianças,
e ali Ele nos oferecia a Mãe para segurar
em nossa mão e nos indicar o Caminho,
a Via Mística de toda Alma.
Que grande toque!
Das diversas correntes cristãs tradicionais,
apenas a Igreja Católica mantém,
até nossos dias, a devoção a Maria,
chamada de Nossa Senhora, Virgem Maria,
Imaculada Conceição, Rainha dos Anjos, etc.,
é conhecida por muitos nomes.
Nossa Senhora de Guadalupe, de Fátima,
de Lourdes, Nossa Senhora da Penha,
das Vitórias, etc.
Adorada mundialmente até por aqueles
que não praticam o catolicismo,
respeitada no mundo inteiro,
Maria é a que reúne multidões quando surge
um pequeno boato de sua aparição
em algum lugar.
Suas múltiplas formas atraem homens e mulheres
do mundo inteiro à sua devoção.
Maria, Nossa Mãe, gera o Cristo em nós.
Através dela vivenciamos um novo nascimento,
uma verdadeira transmutação.
Prepare-se como uma criança,
abrindo seu coração para essa
Misericordiosa Presença!