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domingo, 9 de janeiro de 2011

A Flor do Renascer ou A Mais Terrível Flor

Uma flor que já existia
há milhares de anos se voltou
contra o mundo,
ela renasceu num campo florido,
era a mais bonita de todas as flores.
Mais dizem que existe uma lenda,
se a flor for tocada a pessoa que tocou,
logo, logo vai morrer.
Só que,
se a flor for queimada
o encanto desaparece e tudo
volta ao normal.
Um dia,
duas crianças estavam brincando
e sem querer um menino tocou na flor.
Assim que terminou a brincadeira,
o menino sentiu uma dor horrível,
foi para o médico e ele falou:
-A senhora conhece a lenda da flor
mais bonita do mundo?
-Conheço sim,
até tenho o livro lá em casa.
Falou a mãe.
Logo chegou o irmão com o livro na mão
e falou:
-Meu irmão tocou na mais terrível flor!!!
exclamou o garoto -
aqui no livro tem dizendo como acabar
com a maldição,
temos que queimar a flor.
Assim,
foi queimada a flor,
o menino voltou ao normal
e viveu feliz para sempre.
**
(Felipe B. de Souza)

A Amizade

Cortei a raiz do orgulho
Cortei a raiz da verdade
**
Mas não há machado que
Corte a nossa amizade.
**
Eu estava no país da felicidade
E encontrei a amizade.
**
Eu encontrei na verdade
Uma verdadeira amizade.
**
Eu estava cozinhando
De repente apareceu
**
Uma fadinha que falou
Amizade não morreu.
**
(Andressa da Almeida Braga)

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Gol!!



Dizem que uma nação se faz com homens e livros.
Mas uma nação também se faz com paixão,
amor à camisa, gols e títulos.
E deste modo se fez a Nação Rubro-Negra,
uma outra nação dentro deste grande Brasil.
Cálculos mais pessimistas garantem que são
trinta e cinco milhões de torcedores, no País.
Outros mais exagerados, asseguram que
cinquenta milhões de brasileiros torcem, vibram
e morrem pelo Flamengo,
clube nascido da perseverança de seis jovens
abnegados,
decididos a fundar um novo grupo de remo.
Pessimismo ou exageros, à parte,
uma coisa é incontestável:
o Flamengo é o clube de maior torcida no Brasil,
possivelmente no mundo.
E merece o respeito de tricolores, alvinegros,
vascaínos, corinthianos, atleticanos, gremistas,
colorados e de todos os que amam e vibram
com o esporte por este imenso país.
E, graças ao empenho, dedicação e amor
de tantos outros torcedores, dirigentes e atletas,
o Flamengo marca um golaço,
chegando aos seus cem anos de existência.
São cem anos de gols e de glórias,
onde a grande Nação Rubro-Negra gritou,
vibrou e chorou.
Que o Flamengo continue assim.
Parabéns, Nação Rubro-Negra!
Parabéns Mengão,
continue assim fazendo nós, uma grande nação,
gritar - Goll!!


(Leonardo Melo Pereira)


Tristeza

Por que a gente chora?
Chorar faz bem?
Não sei por que, mas a gente chora.
Será que a alegria foi embora?
A vida é cheia de porquês.
Por isso vivo a me perguntar:
porque a gente chora?
Não chore não, peuqenina, que a tristeza
vai embora.
Viva sua vida agora.
Que ela é cheia de glória.
***
(Nathalia Araújo César)

quarta-feira, 28 de abril de 2010

ISTO SERVE COMO ALERTA - "Racha comigo não pega"

Era segunda feira.
Acordei com meu pai conversando
com meu irmão.
Meu pai dizia que os meninos morreram.
Acordei e perguntei quem foi que morreu.
Ele disse que foram Jorge e Yuri.
Fiquei assustada e perguntei como foi.
Ele disse que fazendo pega, fiquei muito triste.
Soube que "Pelezinho" (Luciano)
que era meu vizinho também estava no carro.
Por sorte não aconteceu nada com ele.
Disseram que ia ficar paralítico,
mas não era verdade.
Quando voltou para casa,
ele estava de cadeira de rodas.
Hoje, ele já está quase andando.
Às vezes ele joga futebol,
só que não é correndo, claro.
Anda de bicicleta e faz outras coisas mais.
Espero que ele melhore logo.
Estou contando esta história , porque isto
pode acontecer com qualquer um de vocês.
Mesmo vocês não querendo, pode acontecer.
Por que quem faz isto só pode querer
morrer ou arriscar a vida.
E é por isso que eu acho que:
"Racha comigo não pega".
Espero que vocês pensem o mesmo.
**
(Tâmara Oliveira Amâncio)

O Barquinho de Papel




Era uma vez uma menina que tinha um barquinho de papel.
Ela era uma menina pobre e só tinha esse brinquedo.
O nome dela era Priscila.
Todo dia ela enchia a pia do banheiro para usar
o barquinho, e fazia com ele viagens em busca de tesouros
escondidos.
Um dia ela pegou o seu barquinho de papel para mais
uma aventura.
Ela estava no barquinho perdida no mar, quando avistou
uma ilha cheia de piratas cavando para encontrar
o tesouro escondido.
Ela se assustou, mas não tinha outra ilha por perto.
Então Priscila teve que parar ali.
Ela foi de mansinho para ninguém vê-la.
Então Priscila viu um coqueiro cheio de cocos.
Ela subiu no coqueiro, apanhou um coco e comeu.
Priscila resolveu fazer uma casa de madeira e dormiu lá.
No dia seguinte tinham seis piratas esperando ela sair
da casinha, mas, de repente, a mãe de Priscila a chamou
para lavar os pratos, ela teve que parar a aventura
que estava ficando tão boa...

***

(Marília Duarte A. Ribeiro)

terça-feira, 20 de abril de 2010

O Meu Bicho de Pé de Estimação



Lá uma vez em São Paulo,
eu estava assistindo televisão
quando vi uma coisinha preta
no meu dedão do pé.
Mostrei para minha mãe ela nem ligou.
Fui mostrar para meu pai
e ele disse:
- Hum...
Como ninguém ligou,
eu também não liguei.
Acontece que o pontinho foi crescendo,
crescendo e quanto mais crescia,
mais coçava.
Num outro dia eu perguntei para
minha mãe:
-Mãe, será que isso não é um calo?
Ela disse:
-Eu não sei, filha.
Eu acho muito esquisito.
O tempo foi passando e ele crescendo.
Até que um dia minha avó olhou e disse:
-Nossa! É um bicho-de-pé!
Vai ter que tirar.
Já tirei muitos bichos-de-pé!
E assim ela fez.
Pegou uma agulha, algodão e mertiolate.
Eu tinha medo, mas estava formando
uma batata enorme.
Aí eu deixei ela tirar.
Doeu, doeu, mas doeu tanto...
Eu mexia, mexia,
eu não aguentava...
Mas finalmente acabou.
Eu adorava o meu bichinho-de-pé,
mas ele ia comer todo o meu
dedinho.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

A Terra que Conheci



Meu pai me levou lá e um dia
levarei o meu filho.
Aquela estrada comprida
cheia de pedra e barro,
de um lado o milharal, do outro,
plantação de feijão,
lá em cima da montanha,
a casinha do meu tio.
Meu pai quando era pequeno esteve lá.
Me lembrei...
Será que meu pai gostou daqui
como eu gosto?
Eu fico com o coração cheio de agonia
quando chego nesse lugar,
onde tenho muitos primos
e fiz muitos amigos.
Será que meu pai também fez
muitos amigos?
Eu cheguei lá,
falei com meus três primos,
que se chamam:
Marizete, Dino e Regina.
Eles deixaram a gente dormir
na casa deles.
No outro dia fomos para a feira da cidade,
pegamos minha outra prima
pequenina,
que se chama Jordânia
e fomos comprar um monte de coisas
para o almoço de sábado.
Na volta,
já na casa da minha prima,
trocamos a roupa e
fomos para a fazenda Pedras,
onde revimos os mais antigos parentes,
jogamos bola e conversamos
no alpendre da casa do meu tio Augustinho.
Anoiteceu e voltamos
para aquela estrada,
cheia de pedras e barro.
Chegou a hora de tomar um banho quente
num grande jorro de água.
Daí fomos logo jantar
no restaurantezinho de sempre.
A comida é gostosa e comemos sempre
bode assado com farofa e salada.
Chegou a hora de dormir
e fomos esperar o dia amanhecer.
Fomos trocar a roupa
para irmos à fazenda Pedras,
porque lá fazemos
o grande almoço de domingo,
com toda a família reunida.
Depois do almoço,
juntei todos os meninos para jogar bola
e brincar de estilingue.
O tempo passou logo
e quando a noite chegou
estava na hora de voltar,
mas voltar para minha casa,
deixando lá longe a terra onde meu pai
foi criança e onde eu hoje,
ainda criança, brinco.

AMO VOCÊ TUCANO!

***

(José Henrique L. Martins)

sábado, 10 de abril de 2010

Histórias feitas por Alunos de Uma Escola em Salvador

Swat Cats
Um dia, eu sonhei
com um mundo não comandado pelo
homem e sim pelas máquinas.
As máquinas,
como por exemplo robôs,
mandavam em tudo e já tinha
conquistado todos os planetas
do sistema solar, menos um.
Esse planeta era governado pela
rainha Micheli Donin e os seus soldados
comandado pelo sargento Raisor.
A rainha era muito bonita e
muito charmosa e sempre falava
com os seus guardas.
-Guardas, cuidem bem do nosso
planeta,
não quero que o império de Cirax
acabem com nós.
Cirax era o chefe das máquinas
e era sempre protegido por Roboman.
Um robô todo equipado que matou
quarenta humanos.
E Cirax ficava muito contente:
-Muito bem Roboman,
vamos acabar com a rainha,
da mesma forma que acabamos
com os humanos que vivem
em meu planeta.
Naquele instante, Cirax ordena
aos guardas para sequestrarem
a rainha.
De manhã Raisor anuncia ao povo
que a rainha foi sequestrada:
-Povo de Águia Branca,
eu tenho uma notícia muito triste
para dar a vocês.
A rainha foi sequestrada e é
muito provável que quem há
levou foi Cirax.
O doutor Sérgio chegou e mostrou
a todo mundo do planeta
as armaduras que a rainha
mandou fazer,
ele escolheu duas pessoas para serem
os donos da armadura
e escolheu Rafael e Eric,
dois adolescentes melhores
que Raisor; Rafael falou:
-Povo de Águia Branca,
alguns de vocês querem ficar,
mas eu não,
eu vou pegar minha nave,
subir no espaço, acabar com Cirax
e trazer a nossa rainha de volta.
E quem ficará aqui
e quem irá comigo?
Todos pegam as suas naves e vão
para o planeta de Cirax.
Roboman dá o alarme para todos
destruírem o povo de
Águia Branca.
Rafael e Eric se dirigem para o
quartel general de Cirax.
Eles encontram a rainha algemada.
Eric luta contra Roboman e ganha.
Cirax foge, mas Rafael vai atrás dele.
A luta de Rafael contra Cirax
é sangrenta.
Cirax atira lazer em Rafael,
mas a rainha, já solta,
se atira na frente dele.
Rafael enfurecido destrói Cirax
e ordena que Eric leve
a rainha para um hospital.
Os humanos ganham das máquinas,
a rainha fica boa e nomeia
Rafael e Eric os Swat Cats,
seus protetores.
**
(Rafael Gomes dos Santos)

Histórias feitas por Alunos de Uma Escola em Salvador

Um dia Sem Fim
Quando repeti o ano foi um dia sem fim.
Meus pais brigaram comigo
e fiquei muito triste.
Passei o ano todo brincando e bagunçando
na sala de aula.
Tomei uma suspensão interna,
escondia os boletins,
não estudava para as provas, etc...
Só que quando chegou o boletim
de final de ano,
a menina bagunceira foi embora
e o que ficou foi uma menina triste
que tinha vontade de não ir para casa
nunca mais de tanta vergonha.
Fiquei na recuperação de matemática,
história, português, geografia
e educação artística.
Resolvi não fazer recuperação,
pois o que eu não tinha aprendido
em um ano,
não conseguiria aprender
em poucos meses.
Resolvi repetir.
No começo do ano,
no primeiro dia de aula,
fiquei com vergonha.
Depois fui me acostumando.
Tive sorte,
pois conhecia o pessoal desde que
estudava na primeira série.
Hoje,
sou muito ajudada pelos meus pais,
irmãos, amigos e professores.
Acho que sou uma menina de sorte,
tenho ótimos amigos e excelentes
pais e professores.
Aprendi duas lições:
A primeira é que a diversão
vem depois dos estudos
e a segunda,
que é a mais importante,
é que para você ser alguém na vida
é preciso estudar.
**
(Tâmara Oliveira Amâncio)