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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

ABGAR RENAULT

(1901-1995)

Nacido en Barbacena, Minas Gerais, Brasil,
después de una estancia en Brasilia como político y Ministro de Estado,
murió en Rio de Janeiro, lugar de su elección.
Cursó Humanidades y Derecho en la capital del estado
e integró la brillante generación del modernismo en Minas.
Desempeñó altas funciones pedagógicas o administrativas,
ha sido destacado miembro del Consejo Federal de la Educación y Cultura.
En Belo Horizonte,
la Facultad de Letras lo consagró como Profesor Emérito.
Entretanto,
el trajín de la vida pública no ha sido óbice a quehacer artístico.
Poeta y traductor muy celebrado,
integró varias instituciones académicas,
muestra de su prestigio creciente en el panorama literario.
No obstante, supo mantenerse alejado de los halagos que corrompen.
Humilde, realizó su obra de creación con mucha integridad.
Por eso,
toda inteligencia objetiva no le escatima la posición incuestionable
que ocupa en la poesía brasileña.
A la belleza heredada del barroco provinciano
sumó un agudo y actualizado sentido existencial,
con énfasis en los sentimientos de piedad, pérdida, muerte, privación,
agudizados por una dramática visión el tiempo huidizo
(Tempus fugit, decían os latinos, palabras inscritas
en los relojes de sol de las iglesias mineras).
Superando, empero, hasta en los años, tal desintegración angustiosa,
el poeta dejó una obra coherente, extendida a través de medio siglo.
En 1996, con el título de Abgar Renault,
Solange R. Oliveira y Afonso H. T. Renault
organizaron una edición esencial del oficio
de ese hombre bueno,
poeta fecundo.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Alexandre Simas Costa



AlexSimas/AtsoCerdnaxelA/SamisXelA/Alexandre Costa.


O Lobo Poeta - Um Homem - Quatro Poetas.
Cada Pseudônimo tem seu estilo, sua maneira de ver a vida,
enxergar o ser humano, seus sonhos, suas subjetividades:
AlexSimas é o romântico, o Poeta do Amor,
o mestre das metáforas e do lirismo.


AtsoCerdnaxelA é o mestre do erotismo, o devasso,
O Poeta dos desejos da carne.


SamisXela é o Filosofo, o Louco, o eterno aprendiz,
sempre em busca da verdade e de um mundo de compreensão,
paz e amor fraterno.


Alexandre Costa é Senhor das Sombras, o Poeta Obscuro, Gótico,
sua verdade é crua dentro de sua ótica de vida,
suas letras são ásperas....


Nascido em 02 de Novembro de 1961 na cidade de Olinda, Pernambuco.
Radicado na Bahia na cidade do Salvador desde 1979.
Leitor compulsivo,
desde que aprendeu a ler aos 10 anos de idade,
filho de família humilde só veio ter acesso a escola
quando da inauguração de um grupo escolar na vila onde morava,
as letras o encantaram desde então.
Enquanto a maioria dos garotos de sua idade dedicavam-se
as brincadeiras naturais da infância,
Alexandre viajava pelo mundo de sonhos e fantasias,
visitava países distantes, conhecia personalidades,
desbravava continentes..
Começou na leitura com revistas em quadrinhos
(das quais ainda é um fanático), logo depois conheceu os livros de bolso;
western, espionagem, aventuras, romances...
Começou a escrever poesias aos 16 anos,
a grande maioria de seus escritos perderam-se
nas diversas mudanças de casa e de cidades.
Desencantou-se com as letras devido a descriminação
que sofria de amigos e parentes,
so voltando a escrever ao 25 anos e novamente
parou por falta de motivação principalmente da companheira
para quem escrevia seus poemas.
Novamente retorna as letras em 2006 aos 45 anos.
Tem três livros inacabados; o primeiro iniciado em 1979;
o segundo iniciado em 2006 e o terceiro iniciado em 2007.
Não pretende viver de literatura,
não sonha tornar-se um escritor ou poeta famoso,
escreve pelo prazer de escrever,
suas letras vem da alma, do coração,
é puramente intuitivo.
“Quando estou escrevendo é como se não fosse eu,
é como se eu psicografasse”


Alexandre Simas Costa

domingo, 20 de junho de 2010

Cecília Meireles



Cecília Meireles nasceu em 1901,
no Rio de Janeiro e faleceu em 1964,
também no Rio de Janeiro.
Foi poeta, professora, jornalista e cronista.
No período de 1919 a 1927, colaborou
nas revistas Árvore Nova, Terra de Sol e Festa.
Fundou a primeira biblioteca infantil do Brasil.
Lecionou na Univerdade do Distrito Federal em 1936
e na Universidade do Texas em 1940.
Trabalhou no Departamento de Imprensa e Propaganda
no governo de Getúlio Vargas,
dirigindo a revista Travel in Brazil (1936).
É considerada por muitos como uma das maiores poetisas
da Língua Portuguesa.
Em 1993 foi atribuído o Prémio Camões a Cecília Meireles.
Minha infância de menina sozinha
deu-me duas coisas que parecem negativas,
e foram sempre positivas para mim:
silêncio e solidão.
Essa foi sempre a área de minha vida.
Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram
fabulosos mundos geométricos,
onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo,
e as bonecas o jogo do seu olhar.
Mais tarde, foi nessa área que os livros se abriram
e deixaram sair suas realidades e seus sonhos,
em combinação tão harmoniosa que até hoje não compreendo
como se possa estabelecer uma separação
entre esses dois tempos de vida,
unidos como os fios de um pano.
**
Cecíclia Meireles

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Ernane Nelson Antunes Gusmão



Ernane Nelson Antunes Gusmão,
nasceu em Pedra Azul, Minas Gerais,
onde viveu os oito primeiros anos.
Passou o fim da infância e a adolescência
em Vitória da Conquista,
coração do sudoeste baiano,
acompanhando sua família,
de origem conquistense na linha paterna.
Estudou na terra natal, em Conquista,
em Juiz de Fora, Teófilo Otoni e Salvador,
diplomando-se em Medicina
pela velha Faculdade do Terreiro de Jesus.
Foi orador oficial da sua turma de formatura,
pós graduou-se na Universidade da Guanabara
e desde 1966 ingressou no magistério superior
da Escola de origem,
onde foi Professor Adjunto e
Chefe do Departamento de Medicina por duas gestões,
aposentando-se em dezembro de 1994
com trinta anos de serviço.
Publicou, como autor e co-autor,
cerca de 40 trabalhos científicos, em livros,
periódicos especializados e anais de
congressos médicos.
Na atividade literária participou de
várias coletâneas de poesias,
em nível estadual e nacional; escreveu
O Canto ao Jiboeiro,
exaltação regionalista ao seu povo;
lançou Ursa Maior - Versos e Apontamentos,
maior trabalho, até então;
tem participado do jornalismo especializado,
na área de equinocultura,
produzindo rico acervo de informações
sobre a criação e o folclore do cavalo no Brasil;
produziu artigos e ensaios nas áreas médica
e cultural,
tendo sido distinguido em concursos estaduais,
nacionais e internacional.
Com Ursa Maior - Poemas, Ensaios, Contos,
Crônicas,
enriquece mais ainda o elenco de sua
produção literária,
apresentando trabalhos premiados,
outros publicados em jornais e revistas,
alguns inéditos e uns agora reeditados
face a sua permanente atualidade.

domingo, 14 de março de 2010

Uma Homenagem aos Pais

Léo Buscaglia
Com um raro dom de despertar no leitor
sua emoção mais profunda
e de conduzi-lo à reflexão
através de palavras inspiradoras,
Léo Buscaglia compôs Papai, Meu Amigo,
lembrando da infância
em que a figura paterna
está sempre presente, como
um inabalável exemplo de fé
e dignidade.
Em estilo leve e encantador, o autor
narra as origens do pai,
um imigrante italiano
dotado de excelente caráter
e bondade infinita,
até seus últimos dias,
dedicando no capítulo final
um tributo afetuoso àquele que
lhe transmitiu as principais lições de vida,
responsabilidade, carinho e amor.
Ao discorrer sobre suas
inquestionáveis qualidades
como marido, educador, filósofo,
patriota e, sobretudo, pai,
Buscaglia exalta a vida em família
e os valores fundamentais
da existência humana transmitidos
através do saudável e essencial
convívio familiar.
*****
Conferencista e escritor
internacionalmente aclamado,
Leo Cuscaglia recebeu, em 1988,
o Lifetime Achievement Award
por suas contribuições em torno
de uma compreensão mais profunda
da vida e da morte.
Autor de sucessos como
O Paraíso Fica Perto e
A História de Uma Folha,
ele já ajudou milhares de leitores
em todo o mundo a alcançar
a paz de espírito
através de mensagens
sensíveis e inspiradoras.