quarta-feira, 2 de março de 2011
A Escolha do Coração
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
A VISITA DE JESUS

Era uma noite iluminada...
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Definição de Saudade

Como médico cancerologista,
Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco,
Até o dia em que um anjo passou por mim!
Um dia,
— Tio, — disse-me ela —
Indaguei:
— E o que morte representa para você, minha querida?
Fiquei "entupigaitado", não sabia o que dizer.
Emocionado,
Hoje, aos 53 anos de idade,
Meu anjinho já se foi, há longos anos.
Imagino ser ela uma fulgurante estrela em sua nova e eterna casa.
Cada uma das pessoas com quem você convive
- Viva com simplicidade.
DEPOIS DESSA,
UMA MARAVILHOSO DIA.
BEIJOS
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Definição de Saudades...
Artigo do Dr. Rogério j,
sábado, 11 de setembro de 2010
História Real
Houve uma vez dois amigos:
Eles eram inseparáveis, eram uma só Alma.
Mas por alguma razão seus caminhos
tomaram dois rumos distintos e se separaram.
E ISTO INICIOU ASSIM:
Eu nunca voltei a saber do meu amigo até o dia de ontem,
depois de 10 anos,
que caminhando pela rua me encontrei com a mãe dele.
A comprimentei e perguntei por meu amigo.
Nesse momento seus olhos se encheram de lágrimas
e me olhou nos olhos dizendo:
-Morreu ontem...
Não soube o que dizer a ela,
ela seguia me olhando e então perguntei como ele tinha morrido.
Ela me convidou a ir a sua casa,
ao chegar ali me chamou para sentar na velha sala
onde passei grande parte de minha vida,
sempre brincávamos ali, meu amigo e eu.
Me sentei e ela começou a contar-me a triste história.
Fazia 2 anos que diagnosticaram uma rara enfermidade,
e sua cura dependia de receber todo mês
uma transfusão de sangue durante 3 meses, mas...
Recorda que seu sangue era muito raro?
Sim, eu sei, igual ao meu...
Ele dizia que da única pessoa que receberia sangue seria de ti,
mas não quiz que te procurássemos,
ele dizia todas as noites:
-Não o procurem, tenho certeza que amanhã ele virá...
Assim passaram os meses,
e todas as noites se sentava nessa mesma cadeira
onde estás tu sentado e orava para que te lembrastes dele
e viesse na manhã seguinte.
Assim acabou sua vida e ontem na última noite de sua vida,
estava muito mal, e sorrindo me disse:
-Mãe, eu sei que logo meu amigo virá,
pergunta pra ele por que demorou tanto e entrega a ele
esse bilhete que está na minha gaveta.
A senhora se levantou,
regressou e me entregou o bilhete que dizia:
Meu amigo, sabia que virias,
tardastes um pouco mas não importa, o importante é que viestes.
Agora estou te esperando em outro lugar,
espero que demores a chegar aqui,
mas enquanto isso quero dizer
desde o céu tens um amigo cuidando de ti,
meu querido melhor amigo.
Ah, por certo, te recordas porquê nós nos distanciamos?
Sim,
foi porque não quiz te emprestar minha bola nova, rsrs,
que tempos heim...
Éramos insuportáveis,
bom pois quero dizer que te dou ela de presente
e espero que gostes muito.
Amo você!
Teu amigo de sempre e para sempre!
"Não deixes que teu orgulho possa mais que teu coração...
A amizade é como o mar, se vê o princípio mas não o final...
sábado, 21 de agosto de 2010
LIÇÃO DE VIDA: QIAN HONG YAN


ela vai as aulas



sempre positiva
com a tua ajuda, ela vai poder ter um par de pernas "prostéticas"



O PÃO DE CRISTO

LEIA EM SILÊNCIO E MEDITE.
'PARTE O PÃO DA VIDA',
'NÃO O CANSEIS DE DAR,
DAI COM O CORAÇÃO,
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Fome

Ricardinho não agüentou o cheiro bom do pão e falou:
O Fundo da Piscina.

Um excelente nadador
tinha o costume de correr até a água
e de molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho.
Alguem intrigado com aquele comportamento,
lhe perguntou qual a razão daquele hábito.
O nadador sorriu respondeu:
Há alguns anos eu era um professor de natação.
Eu os ensinava a nadar e a saltar do trampolim.
Certa noite, eu não conseguia dormir,
e fui até a piscina para nadar um pouco.
Não acendi a luz,
pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube.
Quando eu estava no trampolim,
vi minha sombra na parede da frente.
Com os braços abertos,
minha imagem formava uma magnífica cruz.
Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem.
Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado.
Eu não era um cristão,
mas quando criança aprendi
que Jesus tinha morrido na cruz
para nos salvar pelo seu precioso sangue.
Naquele momento
as palavras daquele ensinamento me vieram a mente
e me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus.
Não sei quanto tempo fiquei ali parado
com os braços estendidos.
Finalmente desci do trampolim
e fui até a escada para mergulhar na água.
Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso
do fundo da piscina.
Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido.
Tremi todo, e senti um calafrio na espinha.
Se eu tivesse saltado seria meu último salto.
Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida.
Fiquei tão agradecido a Deus,
que ajoelhei na beira da piscina,
confessei os meus pecados e me entreguei a Ele,
consciente de que foi exatamente em uma cruz
que Jesus morreu para me salvar.
Naquela noite fui salvo duas vezes e,
para nunca mais me esquecer,
sempre que vou até piscina molho o dedão do pé antes.
Deus tem um plano na vida de cada um de nós
e não adianta querermos apressar,
ou retardar as coisas, pois,
tudo acontecerá no seu devido tempo
e esse tempo é o tempo Dele e não o nosso...
Porque DEUS amou ao mundo de tal maneira
que deu o seu Filho unigênito,
para que todo aquele que Nele crê não pereça,
mas tenha a vida eterna”. João 3:16 ...
sábado, 14 de agosto de 2010

Baseado na observação de fatos reais, alguns meses atrás
Londres
O rapaz encontra a moça na biblioteca de uma tradicional universidade Londrina. Passa por ela três vezes antes de abordá-la. Toma coragem, senta-se ao lado e pergunta:
- Você por acaso sabe onde ficam a impressoras a laser?
A moça, que estava entretida com o vídeo do show da Madonna em Wembley, não entendeu. Afinal, as impressoras estavam a menos de dois metros de distância.
Diante da não boa desculpa, o moço confessou:
– Eu só queria um pretexto para falar com você. Vejo você aqui todo dia. Estuda aqui? Que curso está fazendo?
Enquanto as caixinhas de conversa do messenger pipocavam na tela do computador, a moça explicava:
- Sim, estudo. Faço um mestrado.
Legal! Estudo administração. Mas não aqui. Estudo na London School of Economics. Só venho aqui porque é mais tranqüilo, apesar de ser um bairro mais violento.
A moça, cuja referência de violência são fatos como os ataques do PCC na periferia de São Paulo e as barricadas que fecham a Linha Vermelha no Rio de Janeiro, não conseguia entender como um bairro que tem o índice de três assassinatos por ano podia causar tamanho alarme no imaginário de uma cidade em que vivem milhões de pessoas de todos os continentes. E limitou-se a responder, meio ‘lost in translation’:
- É… A biblioteca é boa mesmo. O bairro não é o que a gente costuma ver na TV quando o assunto é a Inglaterra…
O moço, que não tinha outro assunto para inventar, inventou que precisava estudar para os exames de fim de verão e se foi.
No dia seguinte, a cena se repetia. Ela, concentrada nas conversas virtuais. Ele, passava de cá para lá, de lá para cá. Até que ele parou e despejou:
- Olha, você vem sempre aqui que eu sei. E sei que sai sempre as oito da noite. Amanhã é sexta. Por que amanhã você não sai comigo e vamos jantar num vietnamita. Você gosta de spicy food?
- Gosto, claro. Vamos sim. Combinado. Amanhã às oito.
-
No dia seguinte, ele, como já de costume, passou pela mesmo computador na janela que ela sempre escolhia. Mas nada de moça, nem de janela (do windows) aberta na tela. Nada de conversa virtual, nem real, naquele dia. Ele esperou até as oito, oito e meia. E se foi.
Na segunda, a cena se repetia. Ela voltara a abrir as janelas do windows no computador da janela. Ele voltou a passar por ela. Desta vez, chegou por trás. Tocou o ombro da moça e disse:
- Você me deu um bolo na sexta, não? Me deixou aqui plantado esperando.
Ela tentou explicar. Tentou dizer que não tinha anotado o telefone dele. Que ele era quem tinha o número dela. E que ele, confiante no combinado, não tinha ligado para ela para reconfirmar. Ela tentou contar que teve de trabalhar na sexta à noite. Que às vezes trabalha sextas a noite, sábados, domingos, feriados, Natais, reveillons…Mas não teve tempo.
Ele se limitou a interromper e lançar:
- Claro. Que besta eu fui. Porque você iria querer sair comigo. Você deve ter pensado: “Eu não. Eu é que não sou louca de sair para jantar com um negão em plena Londres.” Porque sair comigo, não é? Eu sou só mais um negro. E você é branca, européia…
Ela, pela primeira vez, viu no moço um negro. Até então, ele era um moço bonito. Fez cara de confusa e disse:
- Você não me conhece! Não sabe de onde venho. Eu sou brasileira…
Ao ouvi-la proferir com voz carregada, e de fato sincera, ainda que um tanto ingênua, ele não a deixou terminar… E se lembrou da música que adorava dançar com os amigos brasileiros que tinha em Nova York, sua cidade natal, onde ele cresceu em ‘um lugar chamado Bronx’, e disse:
- Sim! Você é brasileira. Todo brasileiro tem sangue crioulo! Vocês têm olhos coloridos!!! Achei que você era italiana ou espanhola. Sabe como é… Muita gente aqui em Londres, e na Europa, é racista para c…. Mas você é brasileira. É outra coisa! Olha, vamos marcar de ir a um sound system aqui no sul e você vai se acabar de dançar funk, ska, reggae. Tem até um dia em que tem show de capoeira lá. Achei que você estava me esnobando. Mas já vi que a gente pode se divertir muito juntos. As brasileiras são funky, não são? Não ficam bancando as difíceis. Vocês são as mais funkies e hot mulheres do mundo! Se é que você me entende…
Ela entendeu. Ele, de moço bonito passou a moço gringo. Daqueles que acham que toda brasileira leva um chocalho amarrado na canela. Ela, que esbanja e toca, ainda que mal, com orgulho sua alfaia de maracatu, que jamais vai trocar um ensaio na escola de samba do seu bairro por nenhum sound system, atravessou o samba e não soube dizer a ele se ela mexia o chocalho. Ou se o chocalho ê que mexia com ela. A dona dos olhos coloridos teve medo. Não da violência do sul de Londres. Mas de ser a eterna ‘moça funky do chocalho’ que ‘tem um tufão nos quadris’. Ela se lembrou das ancas brasileiras que em geral estampam os cartazes e fotos que conclamam “vá ao Brasil’. E calou. E cantou: Meus olhos coloridos me fazem refletir…
autor: desconhecido
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
"Papai...... dói "

Meu nome é Chris,

***
Então, talvez a minha mãe,
Quando minha mãe vier para casa,

Acabei de ouvir um carro,
Meu pai está de volta
Do Charlie's bar

Meu nome é chamado,
Eu me aperto,
Contra a parede.
Eu tento me esconder,
De seus olhos
Tenho tanto medo agora,
Eu estou começando a chorar.
Chama-me por um monte de palavras feias,
Ele diz que tudo é culpa minha,
Ele sofre muito no trabalho.
E grita comigo ainda mais,
Eu finalmente me vejo livre,
E corro para a porta.

E se dirige para a porta,
Enquanto eu estava ali, imóvel,
Esparramada no chão.
Meu nome é Chris,
Estou com três anos,
Esta noite meu pai,
Me matou.
Enjoa-me a alma,
Se você ler isso,
E não transmitir.



violencia infantil!
Escreva isso como "Papai ... Dói"
por algum tipo de abuso !!

domingo, 16 de maio de 2010
História Real - O Homem Árvore

Tudo começou quando Dede cortou o joelho na adolescência.
A esperança surgiu para Dede
quando um médico expert em dermatologia viu o “homem árvore”
num documentário do Discovery Channel .
O médico se interessou na hora pelo caso e voou para Jacarta.
Após estudar o caso bizarro,
o médico descobriu o que Dede tinha
e propôs um tratamento que transformaria a sua vida.
Testando amostras em uma biópsia feita
com amostras do tecido e do sangue de Dede,
Dr Anthony Gaspari da Universidade de Maryland
concluiu que o “homem árvore” era na verdade
um caso gravíssimo de Papilloma Virus (HPV),
uma doença relativamente comum que aflige alguns humanos
gerando verrugas e causando sofrimento.
Mas o caso de Dede era extremo.
Isso porque ele além do papiloma,
tinha uma rara condição genética (lei de murphy, né?)
que impedia que o sistema imunológico combatesse as verrugas.
O médico propôs como tratamento doses de vitamina A
sintética como forma de combater o crescimento das verrugas.
O Dr. Gaspary acredita que o pobre Dede
nunca será uma pessoa normal,
dada a gravidade do caso,
mas que com o avanço do tratamento,
em alguns anos ele poderá até usar novamente as mãos.