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sexta-feira, 18 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
sábado, 5 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Insensato Coração

INSENSATO CORAÇÃO
Em plena solidão,
pesa-me sobre a
cegueira dos olhos e
o silêncio atroz e
vago desse meu
calado coração,
o definir do que só
sei sentir...
A teima em amar
com saudade, esse teu
insensato coração.
Em plena solidão,
pesa-me sobre a
cegueira dos olhos e
o silêncio atroz e
vago desse meu
calado coração,
o definir do que só
sei sentir...
A teima em amar
com saudade, esse teu
insensato coração.
o.vasconcelos
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
VERMELHO ERÓGENO
Despido de agrados, vagueio
pelas ruas, condenado, sem
nome, vestido de ilusão, no
vazio da multidão, calçado
no tempo, sobre a solidão que
se articula silenciosamente,
e se pronuncia na saudade
por entre o vermelho erógeno
do batom nos teus lábios
profanos...
Quando bafejam os meus em
segredos, onde arde o fogo
das palavras, enquanto cresce
o coração, mexido de desejos
na nudez incerta da paixão,
ao sabor da imaginação e do
prazer erotizado.
o.vasconcelos
domingo, 6 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
NOS JARDINS DESERTOS DA SOLIDÃO

NOS JARDINS DESERTOS DA SOLIDÃO
Sem me encontrar e definitivamente,
sem a menor vontade de me procurar,
anoiteço estrangeiro de mim mesmo e
me entrego vago, desorientado e sem
saída para me achar...
Faz parte da minha insana insensatez
esse abandonar-se de mim, quando o
refúgio são as ruas que abri no teu
olhar.
_ o.vasconcelos_
Oráculo da Criação Poética
PORÕES DA SOLIDÃO INTERIOR
PORÕES DA SOLIDÃO INTERIOR
Hoje quando nos amamos,
um sol abriu todas as
janelas, desfazendo os
porões, as teias de aranha,
segredos e desejos,
para arejar com tua fresca
saudade os negrumes da
minha solidão interior.
Assim...
Fastei todos os empecilhos,
buscando espaços ao teu
voo dentro de mim.
No Silêncio das Palavras
NO SILÊNCIO DAS PALAVRAS
**
Sem palavras, dispo-te
de adjetivos até ver-te,
singularmente tu,
completamente nua...
E o meu coração que
te ama, tece a sede do
desejo e habita como
um beijo entre lábios
até o amor afogar-se
em chamas...
Onde, em silêncio o
fogo do incêndio do
teu corpo me acalma
e te extenua.
Sem palavras, dispo-te
de adjetivos até ver-te,
singularmente tu,
completamente nua...
E o meu coração que
te ama, tece a sede do
desejo e habita como
um beijo entre lábios
até o amor afogar-se
em chamas...
Onde, em silêncio o
fogo do incêndio do
teu corpo me acalma
e te extenua.
**
_ o.vasconcelos _
_ o.vasconcelos _

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Exílio
As horas lentas que passaram em vão
atravessam comigo a porta e colhem
as rosas na manhã da vida, onde foge
a primavera e o peito se franquia aos
castos gozos; no amor sem medida.
Assim...
Permanece, em mim, os mistérios que
não conheço, nos tons vivos e velados
do botão de rosa vermelho, no grito
acuado do coração e no desterrro que
se depura, se contorce, e cedo se decreta
exílio, entre as dávidas perdidas da
hostil saudade.
**
O.Vasconcelos