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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Maternidade Gloriosa



Não há dúvida,
nenhuma das mães da terra depois de Maria
foi mais venturosa que Sant´Ana.
Pelo fruto se conhece a árvore,
diz Nosso Senhor no Evangelho.
S. João Damasceno aplica este sagrado texto
a Sant´Ana e conclui não ter havido pois árvore
mais santa e gloriosa depois daquela que produziu
o fruto Divino do Verbo Encarnado - Maria.
E depois desta Árvore da vida,
que outra produziu mais rico fruto que Sant´Ana?
Se o fruto é a glória da árvore,
não se pode afirmar também que a árvore
é a glória do fruto que produz?
Eis aí as razões profundas da glória da maternidade
de Sant´Ana.
Aquela mulher do Evangelho,
ao ver os prodígios do Divino Salvador,
não pôde conter o entusiasmo pela Mãe de Jesus:
Bem-aventurado, exclama ela,
o ventre que te trouxe e os peitos que te
amamentaram.
O mesmo louvor damos a Mãe de Nossa Senhora.
Toda a cristandade,
quando honra Sant´Ana,
glorifica a sua maternidade santíssima.
Dizia célebre orador sagrado num
panegírico da gloriosa Santa:
- "Meus irmãos,
Ana teve Maria por filha Imaculada
desde o instante daquela Conceição,
única entre a de todas as criaturas.
Depois disto, silêncio!
Porque tudo o que dissemos parecerá
supérfluo e temerário".
O seio puro de Sant´Ana foi o primeiro e glorioso
Templo que se erigiu na terra à
Imaculada Conceição.
De Maria canta a Igreja:
"Aquele a quem adoram os astros, cantam os Céus,
a Trindade que rege a máquina do mundo,
esteve no claustro Virginal ao Ventre
puríssimo da Virgem".
Pois também Aquela a quem os Anjos e Santos
veneram no mais alto da glória,
a Rainha dos Céus e da terra,
a Soberana a quem Deus constituiu em todo
poder sobre os Anjos,
os homens e todas as criaturas, enfim Maria,
cuja grandeza e poder não há linguagem
humana que os possam traduzir,
foi concebida sem pecado e veio ao mundo
por Sant´Ana.
É o fruto bendito do ventre de Sant´Ana.
Eis a mais gloriosa maternidade humana
que já houve na terra!

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Grande Santa - Sant´Ana



S. Bernardino de Sena, para louvar
o Patriarca S. José, diz:
-Há uma regra geral para apreciar
a medida das graças singulares
concedidas a uma criatura racional,
e é esta:
"Todas as vezes que Deus destina alguém
a um mistério elevado,
a um estado mais sublime o enriquece,
o adorna de todas as graças,
de todos os dons necessários
ou convenientes para o desempenho
deste ofício ou desta missão.
Este princípio é claro, diz o Padre Marc-Marus
em sua obra clássica sôbre Sant´Ana,
mas o compreenderemos melhor
à luz dos livros sagrados.
Quando Deus quis que constituíssem
a Arca do Testamento e o
Tabernáculo da Antiga Aliança,
e os altares para o Sacrfício;
quando mandou preparar os ornamentos
dos Sacerdotes e dos Pontífices,
os óleos e os perfumes para as
Unções Sagradas e os Sacrifícios,
escolheu e designou especialmente
dois homens, Beseleel e Goliab.
E o Senhor, diz a Escritura,
os encheu do espírito de Deus,
de sabedoria, de inteligência e de
ciência para todas as obras.
É um princípio elementar do cristianismo
que o culto da Antiga Lei figurava
Jesus e Maria.
Não era Nossa Senhora simbolizada
naquela Arca da Aliança,
toda feita de madeira incorruptível,
de ouro puríssimo,
para conter a vara de Arão,
o Maná e as tábuas da Lei?
Ora Sant´Ana e S. Joaquim
haviam de dar ao mundo a
Arca da Aliança do Novo Testamento,
Maria Santíssima.
Não haviam de possuir muito mais,
o Espírito de Deus, a sabedoria,
a inteligência das coisas celestes,
a santidade enfim,
em grau superior mil vezes a dos
operários da Arca da Aliança
que era apenas um símbolo?
Deus santifica a João Batista
desde o ventre materno
porque havia de ser
o Precursor de Jesus;
José para ser esposo de Maria,
a que pureza,
a que santidade chegou!
Quanto mais próximos do Redentor,
mais santidade exige Deus.
Pois Sant´Ana mereceu dar ao mundo
a Mãe do Redentor,
a Rainha de todos os Santos.
Não havia de ter chegado
às culminâncias da santidade?




segunda-feira, 5 de abril de 2010

Esposa de São Joaquim


Segundo o testemunho de S.Gregório
de Nysse,
S. Joaquim foi educado por piedosos
pais na prática de todas as virtudes,
pois aquele de quem devia ter origem
Maria era um homem de uma
soberana virtude,
ilustre pela observância perfeita da lei
e um verdadeiro paraíso terrestre
destinado a dar ao mundo a
Árvore da Vida que é
Maria Santíssima.
Segundo a tradição dos antepassados,
Joaquim chegado o tempo
de contrair matrimônio,
foi procurar a família de Davi,
entre a gente da sua estirpe,
uma esposa digna e virtuosa.
Encontrou em Ana a privilegiada
criatura do seu ideal.
Não era rico,
mas possuía alguns bens,
e segundo a tradição, vivia
do comércio de lãs e de carneiros.
Desposou Ana e viveram santamente.
A Providência uniu estas duas
criaturas tão santas (Joaquim e Ana),
porque as destinava à bela missão
que uma criatura podia
receber de Deus,
depois de Maria, a missão de dar
ao mundo a Mãe do próprio Deus.
Como não havia de ser santa e
imaculada a união daqueles dois corações
privilegiados e enriquecidos
de graças do Céu!
E Deus de tal modo se compraz
na santidade destas duas almas,
que as escolhe para receberem a
Mãe Santíssima de Jesus
nosso Dicvino Redentor.
A virtude de S. Joaquim era digna
da missão que havia de receber.
Se Deus, segundo Santo Tomás,
dá a cada um as graças necessárias
para o cumprimento da missão
a que o destina,
quais não foram as virtudes e as
graças recebidas por S. Joaquim
para merecer a honra de esposar
aquela mulher que depois de
Maria Santíssima,
sua filha bendita, foi a maior e a mais
privilegiada dentre todas as mulheres!
Joaquim e Ana viveram santamente.
E após tantas amarguras,
trabalhos e sofrimentos,
o Céu lhes concedeu a filha única
e bendita que deles nasceu predestinada
e Imaculada para ser Mãe
do seu próprio Criador.

domingo, 14 de março de 2010

Santa Ana




MÃE DA MÃE DE DEUS



Em nada pode ficar prejudicado
o louvor de Sant´Ana e de S. Joaquim
porque a Escritura não trás
os seus nomes benditos.
Uns herejes tentaram
negar a santidade dos pais
de Maria Santíssima
à vista deste silêncio dos livros sagrados,
e não queriam admitir
culto algum na Igreja
a tão grandes santos.
S. Pedro Canisio, num tratado
maravilhoso,
humilhou com lógica de ferro
e argumentos irrespondíveis
a audácia dos inimigos de Sant´Ana.
Escreveu o belo tratado
"De Maria Deipara Virgini"
no qual defende os privilégios
de S. Joaquim e Sant´Ana.
Não diz o Eclesiástico
que não se conhece melhor um homem
do que pelos filhos que deixa?
E o livro dos Provérbios afirma
que o mérito do filho
fez a glória do pai".
É impossível maior grandeza
que a de Maria Santíssima.
Portanto,
o louvor da Mãe de Deus não encerra
de certo modo o louvor e a glória
da Mãe da Mãe de Deus?
Que a filha foi mais elevada
e glorificada que Maria?
Beata me dicent omnes generationes
todas as gerações me hão de chamar
bem aventurada,
disse Nossa Senhora no
êxtase do Magnificat.
E por que?
Porque dela nasceu
o Redentor do mundo,
e a fez bendita entre todas
as mulheres.
Que Mãe depois de Maria
foi mais honrada,
mais privilegiada que a Mãe
daquela que foi a Mãe do seu Criador?
Podemos dizer também a Sant´Ana
nas devidas proporções do louvor:
Todas as gerações vos hão
de chamar bem aventurada,
porque sois bendita
entre todas as mulheres
e bendito é o fruto do vosso ventre
Maria.
Louvamos a Maria
porque é Mãe de Deus.
Louvamos a Sant´Ana porque
é Mãe da Mãe de Deus.
Não se pode fazer uma idéia
mais elevada, mais nobre
e ao mesmo tempo mais exata
do mérito e das virtudes
extraordinárias de Sant´Ana,
diz o Pe. Croiset, que dizendo
e meditando esta verdade:
Ela deu ao mundo
a Mãe do Filho de Deus
Humanado!

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Quem é Sant´Ana

É aquela privilegiada criatura
que Deus predestinou e escolheu
para ser, na terra,
Mãe da Virgem Imaculada,
Mãe da Mãe de Deus e avó de Jesus Cristo,
nosso Salvador.
Sant´Ana, S. Joaquim e o glorioso S. José,
os Pais e o Esposo castíssimo de Maria,
estão envoltos no silêncio e na humildade.
Bem pouco dêles se conhece.
E no entanto,
o Universo inteiro há seculos
não cessa de cantar os seu louvores.
Templos, altares.
livros, estudos, festas,
cânticos e súplicas em honra
dos que formaram na terra
a família mil vezes bendita
do Verbo de Deus humanado.
A glória toda de Maria
vem do privilégio único da Maternidade Divina.
É este o ápice de toda glória
concedida à criatura humana.
Não se pode dizer mais de Nossa Senhora:
é Mãe de Deus.
S. José é o maior dos santos,
é maior que os próprios Anjos,
é o maior dos eleitos depois de Maria.
E a glória de S. José
vem das relações com o Verbo encarnado
e a Mãe Santíssima de Deus.
José,
Pai adotivo de Jesus e Esposo de Maria.
Só estes dois títulos
o colocam num plano singular
e acima de todos os Santos,
só inferior a Nossa Senhora na glória e na graça.
Sant´Ana, depois de S. José,
foi a criatura mais íntima do Verbo Encarnado,
a Intimidade do sangue e do parentesco.
Mãe de Maria, a Virgem concebida sem
pecado, e por Maria, Avó de Jesus Cristo;
Há um véu de mistério
e um grande silêncio da história
e das Escrituras sobre Sant´Ana.
O Evangelho fala bem pouco de Maria e de José,
mas as poucas palavras sagradas
encerram um mundo de grandezas
e delas a teologia e a piedade católicas
tiram os mais tocantes ensinamentos
e as conclusões mais sublimes
e consoladoras da glória e do poder de Maria e de S. José.
Ora, de Sant´Ana bem pouco nos dizem
a história e a tradição,
mas basta para sabermos
o que Ela é e quão grande é seu poder e sua glória,
basta-nos só isto:
- É Mãe da Mãe de Deus
e Avó de Jesus Cristo.