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sábado, 5 de fevereiro de 2011

SEM PARAFUSO SEM FÉ


Não te darei meus versos, nunca mais
Pode pedir, chorar, quem sabe até
Me prometer amor, ou coisas tais
Homem sem alma de tão pouca fé

Também memória sei que tu não tens
Ou falta-te quem sabe um parafuso
Acaso lembras que já foste o muso
Então porque me dizes que não vens?

Pra me aplaudir de pé quando declamo
A poesia que te fiz outrora
Com tanta mágoa te repito agora

Não te darei meus versos nunca mais
No entanto peço, me devolva a paz
De fazer versos só para quem amo!!!


Dorothy de Castro

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

J U N T O S

Um louco desce ao submundo
e espera...
Olhos esbugalhados anciosos,
como a procura talvez
de uma quimera...
Na verdade, nem mesmo
sabe o que procura,
Age na prática do controle
abandonado...
Tem na garganta um grito
sufocado...
Lembra o vestido florido,
a pele clara
Da dama alegre em prometido
amor...
O corpo tremulando de desejo,
A lingua passeando em sua boca,
Louco que fora consumia o beijo,
tinha a impressão que era ela
a louca...
Na liberdade mental da fantasia,
fazia dele o louco, o que queria,
Sabia desfrutar da obsessão...
e assim foram encontrados,
Abraçados dentro do calabouço
imaginário...
As mentes doentias e o calvário
onde a loucura explode de paixão!!!

Dorothy de Castro

domingo, 9 de janeiro de 2011

Te devolvo...

Te devolvo...

Te deixo em troca, tudo que me dás.
O acenar de mãos, o afeto, o beijo.
E sob o céu, te deixo o meu luar,
Que te ilumina as formas do desejo!

Quero que escrevas, aqui na minha pele,
Com a tinta que derramas sobre mim...
E assim me deixes tudo que revele,
Nosso concreto amor, um amor sem fim!

E o mar que deixas abraçando os rios,
No encontro dessas águas, doces cios,
Guarda um segredo sim, nas suas ondas...

E me tráz de tão longe, um grito louco.
À me dizer que tudo, é muito pouco...
Diante desse amor com que me sondas !!!

Dorothy de Castro