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segunda-feira, 21 de junho de 2010

O Adolescente e a Sua Sexualidade



A ignorância responde por males incontáveis
que afligem a criatura humana
e confundem a sociedade.
Igualmente perversa é a informação equivocada,
destituída de fundamentos éticos e carente
de estrutura de lógica.
Na adolescência,
o despertar da sexualidade é como o romper
de um dique,
no qual se encontram represadas forças
incomensuráveis, que se atiram, desordenadas,
produzindo danos e prejuízos em relação a tudo
quanto encontram pela frente.
No passado, o tema era tabu,
que a ignorância e a hipocrisia preferiam esconder,
numa acomodação na qual a aparência
deveria ser preservada,
embora a conduta moral muitas vezes
se encontrasse distante do que era
apresentado.
Estabelecera-se, sub-repticiamente,
que o imoral era a sociedade tomar conhecimento
do fato servil e não o praticá-lo às ocultas.
À medida que os conceitos se atualizaram,
libertando-se dos preconceitos perniciosos,
ocorreu o desastre da libertinagem,
sem que houvesse mediado um período
de amadurecimento emocional entre o
proibido e o liberado,
o que era considerado vergonhoso e sujo
e o que é biológico e normal.
Evidentemente,
após um largo período de proibição,
imposta pela hegemonia do pensamento
religioso arbitrário,
ao ser ultrapassado pelo imperativo do progresso,
surgiriam a busca pelo desenfreado gozo
a qualquer preço e a entrega aos
apetites sexuais,
como se a existência terrena se resumisse
unicamente nos jogos e nas conquistas
da sensualidade,
terminando pelo tombo nas excentricidades,
nos comportamentos patológicos
e promíscuos do abuso.
A sociedade contemporânea encontra-se
em grave momento de conduta em relação
ao sexo, particularmente na adolescência.
Superada a ignorância do passado,
contempla assustada,
os desastres morais do presente,
sofrendo terríveis incertezas acerca do futuro.
A orientação sexual sadia é a única alternativa
para o equilíbrio na adolescência,
como base de segurança para toda a
reencarnação.
A questão, faça-se justiça,
tem sido muito debatida,
porém as soluções ainda não se fizeram
satisfatórias.
A visão materialista da vida,
estimulando uma filosofia hedonista,
responde pelos problemas que se constatam,
em razão do conceito reducionista a que se
encontra relegada a criatura humana.
Sem dúvida,
o sexo faz parte da vida física, entretanto,
tem implicações profundas nos refolhos da alma,
já que o ser humano é mais do que o
amontoado de células que lhe constituem o corpo.
Por essa razão,
os conflitos se estabelecem tendo-se em vista
a sua realidade espiritual,com anterioridade
à forma atual,
e complexas experiências vividas antes,
que não foram felizes.

domingo, 28 de março de 2010

Adolescência e Vida

Fase de Transição e de Conflitos
3ª PARTE
O culto do corpo,
nos campeonatos de glorificação das formas,
agrada, elaborando programas,
às vezes de sacrifício inútil,
em razão da própria fragilidade
de que se reveste a matéria
na sua transitoriedade orgânica
e constitucional.
A música alucinante
e as danças de exalçamento
da sensualidade
levam-no à ardência sexual,
sem que tenha resistência
para os embates do gozo,
que exige novas e diferentes formas
de prazer em constante
exaltação dos sentidos.
A moderação cede lugar ao excesso
e o equilibrio passa
a plano secundário, porque o jovem,
nesse momento,
receia perder as facilidades
que se multiplicam e o exaurem,
semdar-se conta das finalidades reais
da existência física.
O Espiritismo oferece ao jovem
um projeto ideal de vida,
explicando-lhe o objetivo real
da existência na qual
se encontra mergulhado,
ora vivendo no corpo e, depois,
fora dele,
como um todo que não pode ser
dissociado somente porque
se apresenta em etapas diferentes.
Explica-lhe que o Espírito é imortal
e a viagem orgânica
constitui-lhe recurso precioso
de valorização do processo iluminativo,
libertador e prazenteiro.
Elucidando-o, quanto ao investimento
que a todos é exigido,
desperta-o para a semeadura
por intermédio do estudo,
do exercício da aprendizagem,
do equilíbrio moral
pela disciplina mental e ação correta,
a fim de poder colher por longos,
senão todos os anos da jornada carnal,
os resultados formosos,
que são decorrentes do empenho
pela própria dignificação.
Os pais e os educadores são convidados,
nessa fase da vida juvenil,
a caminharem ao lado do educando,
dialogando
e compreendendo-lhe as aspirações,
porém exercendo uma postura moral
que infunda respeito e intimidade,
ao mesmo tempo
fortalecendo a coragem
e ajudando nos desafios que são propostos,
para que o mesmo se sinta
confiante para prosseguir avançado
com segurança no rumo do futuro.
São muito importantes
essas condutas dos adultos, que,
mesmo sem o desejarem,
servem de modelos para os aprendizes
que transitam na adolescência,
porquanto como definidores
do comportamento
para toda a existência física.
O amor,
na sua abrangência total,
será sempre o grande educador,
que possui os melhores métodos
para atender a busca do jovem,
oferecendo-lhe os seguros mecanismos
que facilitam o êxito
nos empreendimentos encetados,
assim como nos porvindouros.
Continência moral,
comedimento de atitudes
constituem preparativos indispensáveis
para a formação da personalidade
e do caráter do jovem,
nesse período de claro-escuro
discernimento,
para o triunfo sobre si mesmo
e sobre as dificuldades que enfrentam
todas as criaturas,
durante a marcha física
na Terra.

sábado, 6 de março de 2010

Adolescência e Vida


Fase de Transição e de Conflitos

2ª PARTE
Como é compreensível, a escala
de valorização da vida se modifica
ante o mundo estranho
e atraente que ele descortina,
contestando tudo quanto antes
lhe constituía
segurança e estabilidade.
Os novos painés
apresentam-lhe cores deslumbrantes,
e não encontrando
conveniente orientação,
educação consistente,
firmadas no entendimento
das suas necessidades, contesta e agride
os valores convencionais,
elaborando um quadro compatível
com o seu conceito,
no qual passa a comprazer-se,
ignorando os cânones e paradigmas
nos quais se baseaim os grupos sociais,
que perdem, para ele,
momentaneamente, o significado.
A velocidade da telecomunicação,
a diminuição das distâncias
através dos recursos da mídia,
da computação, das viagens aéreas,
amedontram os caracteres mais frágeis,
enquanto estimulam os mais
audaciosos,
propondo-lhes o descobrimento do mundo
e o sorver de todos os prazeres
quase que de um só gole.
Os esportes, que se perdem
num incontável número de propostas,
chamam-no, e os outros deveres,
aqueles que dizem respeito
à cultura intelectual,
à vivência religiosa,
ao comportamento ético-moral,
porque exigem sacrifícios
mais demorados e respostas mais lentas,
ficam à margem, quase sempre
desprezados, em favor dos outros esforços
que gratificam de imediato,
ensoberbecendo o ego
e exibindo a personalidade.





domingo, 28 de fevereiro de 2010

Adolescência e Vida


Fase de Transição e de Conflitos

1º Parte


A adolescência
é o período próprio do desenvolvimento
físico e psicológico,
que se inicia aproximadamente
aos catorze anos para os rapazes
e aos doze anos para as moças,
prolongando-se,
até aos vintes e dezoito anos, respectivamente,
nos países de clima frio,
sendo que nos trópicos
há uma variação para mais cedo.
Nessa fase,
há um desdobramento
dos órgãos secundários do sexo,
dando surgimento
aos fatores propiciatórios da reprodução,
como sejam
o espermatozóide no fluido
seminal e o catamênio.
Os rapazes experimentam alterações na voz,
enquanto as moças
apresentam desenvolvimento
dos ossos da bacia, dos seios,
o que ocorre com certa rapidez,
normalmente acompanhados
pelo surgimento da afetividade,
do interesse sexual e dos conflitos
na área do comportamento,
como insegurança, ansiedade, timidez,
instabilidade, angústia,
facultando o espaço
para desenvolvimento e definição
da personalidade,
aparecimento das tendências
e das vocações.
Completando a reencarnação,
o adolescente passa a viver
a experiência nova,
definindo os rumos do comportamento
que o tempo amadurecerá
através da vivência
dos novos desafios.
Inadaptado ao novo meio social
no qual se movimentará,
sofre o conflito de não ser mais criança,
encontrando-se, no entanto,
sem estrutura organizada
para os jogos da idade adulta.
É, portanto, o período intermediário
entre as duas fases
importantes da existência terrena,
que se encarrega de preparar o ser
para as atividades
existenciais mais profundas.
Inseguro,
quanto aos rumos do futuro,
o jovem enfrenta o mundo
que lhe parece hostil,
refugiando-se na timidez ou
expandindo o temperamento,
conforme sejam as circunstâncias
nas quais se apresentem
as propostas de vida.
As bases de sustentação familiar,
religiosa e social,
sentem-lhe os embates dos desafios que enfrenta,
pois relaciona tudo quanto aprendeu
com o que encontra pela frente.
Não possuindo a maturidade do discernimento,
e fascinado pelas oportunidades encantadoras
que lhe surgem de um para outro momento,
atira-se com sofreguidão aos prazeres novos
sem dar-se conta dos comprometimentos
que passa a firmar,
entregando-se às sensações
que lhe tomam todo o corpo.
Outras vezes, vitimado por conflitos naturais
que surgem da incerteza de como comportar-se,
refugia-se no medo de assumir responsabilidades
decorrentes das atitudes
e faz quadros psicopatológicos,
como depressão, melancolia, irritabilidade,
escamoteando o medo que o assalta e o intimida.
Nos dias atuais
as licenças morais são mais agressivas,
convidando o jovem,
ainda inadequado para os jogos velozes do prazer,
a lances audaciosos na área do sexo,
que parece constituir-lhe a meta prioritária
em que chafurda até o cansaço,
dando surgimento à usança de recursos escapistas,
que não atendem às necessidades presentes,
antes mais o perturbam,
comprometendo-o de maneira lamentável.
Nesse período, o corpo adolescente
é um laboratório de hormônios
que trabalham em favor das definições orgânicas,
ao tempo em que o psiquismo
se adapta às novas formulações,
passando um período de ajustamento
que deve facultar o amadurecimento
dos valores éticos e comportamentais.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Adolescência e Vida


Segunda Parte

De grande atualidade,
a determinação paulina
tem caráter de terapia preventiva
contra os males que hoje predominam
no organismo social,
se considerarmos que é comum
notar-se a presença do progresso em muitas cidades,
pelo número e o luxo dos bordéis
que se encontram no limite
da sua periferia urbana.
Torna-se urgente
o compromisso de um reestudo
por parte dos pais e educadores
em relação à conduta moral
que deve ser ministrada às gerações novas,
a fim de evitar a grande derrocada
da cultura e da civilização
que se encontram no bordo mais sombrio
da sua história.
Esse investimento,
que não pode tardar,
é de vital importância para a construção
da nova humanidade,
partindo da criança e do adolescente,
antes que os comprometimentos de natureza
moral negativa lhes estiolem os ideais de beleza
e de significado que devem possuir
em relação à vida.
O estado de infância e de juventude
são relevantes para o Espírito em crescimento
razão pela qual,
dentre os animais,
o ser humano é o que tem mais demorado,
quando se lhes fixam os caracteres,
os hábitos e se delineiam as possibilidades
de enriquecimento para o futuro.
O ser humano é essencialmente resultado da educação,
carregando os fatores genéticos
que os compõem como consequência
das experiências anteriores,
em reencarnações transatas.
Modelá-lo sempre,
tendo em vista um padrão de equilíbrio
e de valor elevado,
faculta-lhe o desenvolvimento dos valores
que lhe dormem latentes
e se ampliam possibilitando a conquista da meta
a que se destina,
que é a perfeição.
A criança e o adolescente,
no entanto, que se apresentam ingênuos,
puros, na acepção de desconhecimento dos erros,
nem sempre o são em profundidade,
porquanto o Espírito que neles habita
é viajor de longas jornadas,
em sucessivas experiências,
nas quais nem sempre se desincumbiu
com o valor que seria esperado,
antes contraindo débitos
que devem ser ressarcidos na atual existência.
Em razão disso,
torna-se necessária e indispensável a educação
no seu sentido mais amplo e profundo,
de maneira que lhes sejam lícitos
a libertação dos vícios anteriores
e a aquisição de novos valores que os contrabalancem,
separando-os.
Cuidar de infundir-lhes costumes
são desde os primeiros dias da existência física,
porquanto a tarefa da educação
começa no instante da vida extra uterina,
e não mais tarde,
quando o ser está habilitado,
para a instrução.
Para esse formoso mister
são indispensáveis o amor,
o conhecimento e a disciplina,
de maneira que se lhes insculpam
no imo as lições
que os acompanharão para sempre.

******

Assim pensando, estudamos,
no pequeno livro que ora apresentamos
ao caro leitor,
vários temas relacionados com a adolescência,
a fim de contribuir de alguma forma
com a palpitante questão
que está desafiando psicólogos, pedagogos,
sociólogos, teólogos
e principalmente os pais
na maneira de conduzir os jovens.
Temos consciência que a nossa
é uma colaboração modesta,
no entanto desejamos
colocar um grão de areia,
humilde como é,
na grande edificação da sociedade do futuro,
quando haverá mais justiça social
e menos soma de atribulações
para a criatura humana que,
neste momento,
caminha pelos pés da infância e da juventude.

Aracaju, 27 de março de 1997
Joana de Ângelis

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Adolescência e Vida


PRIMEIRA PARTE


À medida que a ciência e a tecnologia
ampliaram os horizontes do conhecimento humano,
proporcionando comodidades
e realizações edificantes
que favorecem o desenvolvimento da vida,
vêm surgindo audaciosos conceitos comportamentais
que pretendem dar novo sentido à existência humana,
consequentemente derrapando em abusos intoleráveis
que conspiram contra o desenvolvimento moral
e ético da sociedade.
Nesse sentido,
as grandes vítimas da ocorrência
são os jovens que, imaturos,
se deixam atrair
pelos disparantes das sensações primárias,
comprometendo a existência planetária,
às vezes, de forma irreversível.
Dominados pelos impulsos naturais do desenvolvimento físico
antes do mesmo fenômeno
na área emocional encontram,
nas dissipações que se permitem,
expressões vigorosas de prazer
que os anestesiam ou os excitam
até à exaustão,
levando-os ao desequilíbrio e ao desespero.
Quando cansados ou inquietos
tenta fugir da situação,
quase sempre enveredando
pelo abuso do sexo e das drogas,
que se associam em descalabro cruel,
gerando sofrimentos inqualificáveis.
O único antídoto, porém,
ao mal que se agrava
e se irradia em contágio pernicioso,
é a educação.
Consideramos,porém,
a educação no seu sentido global,
aquela que vai além dos compêndios escolares,
que reúne os valores éticos da família,
da sociedade e da religião.
Não porém de uma religião convencional,
e sim que possua fundamentos científicos
e filosóficos existenciais
estribados na moral vivida e ensinada
por Jesus.
Nesse sentido,
a preocupação do pensamento espiritual é antiga,
porquanto o Eclesistes preconiza,
no seu capítulo 11, versículo 9:
Alegra-te, mancebo,
na tua mocidade,
e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade,
e anda pelos caminhos do teu coração,
e pela vista dos teus olhos;
sabe, porém,
que por todas estas coisas te trará
Deus a Juízo.
A advertência saudável ao jovem
é um convite ao comportamento moral equilibrado,
de forma que a sua mocidade
esteja em alegria e pureza,
a fim de evitar comprometimentos infelizes.
Mais adiante, no capítulo 11,
versículo 10, volta
o mesmo livro a advertir:
Afasta, pois, a ira do teu coração
e remove da tua carne o mal,
porque a adolescência e a juventude são vaidade.
Certamente vãos são os momentos de ilusão
e engano,
muito comuns no período juvenil,
quando os sonhos e as aspirações se confundem
com falsas necessidades de realização humana,
que exige sacrifício, dedicação,
estudo e comportamento dignificante.
Segundo o mesmo comportamento,
o Apóstolo Paulo,
escrevendo a Timóteo (I-4:12) propôs:
Ninguém despreze a tua mocidade,
mas torna-te o exemplo dos fiéis na palavra,
no procedimento,
no amor, na fé e na pureza.