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segunda-feira, 21 de junho de 2010

Bouvier de Flandres



Os trabalhos deste cão,
se diferencia daqueles do pastor porque ele
se dá melhor tomando conta de bovinos.
E, para ser um "chefe" respeitado,
é necessário um porte notável:
o Boiadeiro de Flandres tem os requisitos
em ordem.
O se aspecto é semelhante ao do
Schnauzer gigante,
do qual talvez descenda.
Tem mais de 60 cm de altura,
um corpo musculoso e compacto,
é resistente ao cansaço e às intempéries,
é recoberto de pêlo emaranhado e duro
como fios de ferro.
Apesar de tudo isso, a sua aparência é a
de um cão ágil, aristocrático.
Como no caso de outros cães de rebanho
ou de gado, a inteligência do
Boiadeiro de Flandres foi também aproveitada
na Primeira Guerra pelos franceses e belgas.
A procura de feridos e o transporte de
mensagens foram suas tarefas mais habituais.
Flandres, a região que lhe dá o nome,
foi, por mais uma vez,
cenário de batalhas sangrentas e até o generoso
Boiadeiro encontrou um cruel destino:
ao fim da guerra foi dificílimo conseguir
bons cães para a reconstrução da raça.
O standard só ressurgiu,
verdadeiramente, em 1923.
O Boiadeiro de Flandres também é muito
utilizado como cão de guarda e de defesa.

**

Altura: 57-62 cm.
Peso: cerca de 30 quilos.
Cauda: amputada.
Orelhas: pequenas, triangulares.
Olhos: ovais e escuros.
Pelagem: pêlos duros como fios de ferro,
nas cores negro, ruivo, cinza, malhado.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Pastor da Picardia



Os franceses o chamam Pastor Picardo,
e o colocam entre as mais antigas raças
de cães pastores do mundo.
A sua origem, de fato, tem raízes na Era Medieval,
quando ele era difundido sobretudo
na França setentrional.
Como condutor de rebanhos,
o picardo se coloca entre os primeiros:
é constante, preciso, honesto.
Mas também ele sabe se apresentar
como um excepcional guardião de casa e dos campos,
ativo durante a noite, mesmo depois de uma dura
jornada de trabalho,
conduzindo um rebanho por quilômetros
e quilômetros.
Um dote positivo (ou negativo, conforme
o ponto de vista)
é a sua declarada não agressividade.
Bastam, no entanto, a sua vigorosa musculatura
e a formidável dentadura para amedontrar
qualquer estranho.
Como todo cão pastor que se preza,
o picardo é recoberto de um pêlo ruivo
que a chuva não consegue penetrar
evitando que a água atinja sua pele.
É bom registrar, ainda,
que a maioria dos cães pastores dorme ao relento ou,
por concessão dos donos,
num monte de palha nas noites de frio.
E o picardo tem, em tudo,
o aspecto de um simpático cão de palha.
Até sua barba e seu bigode parecem de palha,
e isto, na verdade, não lhe confere
um ar especialmente severo.

**

Altura: 60-65 cm (os machos)
Focinho: forte, com penugens pretas
Olhos: escuros e sinceros
Orelhas: eretas
Pelagem: pêlo áspero, liso, nas cores cinza,
cinza-azulado, cinza-ruivo.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Pastor dos Pirineus

É o mais antigo cão pastor francês.
Por séculos foi mantido igual,
salvo uma natural evolução,
mesmo porque,
faltando meios de comunicação,
nunca chegou a "descer à cidade",
permanecendo um montanhês de pêlo
caprino (é primo do Briard)
e de saúde de ferro.
Habituado ao trabalho duro de pastor
em terreno pedregoso
e batido pelo vento frio,
o Pirineus adquiriu a fama de cão
que não adoece nunca:
resistente às interpéries,
e às infecções típicas dos cães,
como a cinomose,
a hepatite infecciosa e também
à leptospirose.
Além dessas,
ainda o distingue
uma outra qualidade singular
a de saber resistir à fome:
pode chegar até a alimentar-se
só de raízes e ervas por muitos dias.
Petulante e audaz no exercício da profissão,
capaz de atacar sem hesitação
um lobo ou um urso,
este cão é também estremamente vivaz
e inteligente dentro de casa.
Apareceu pela primeira vez
numa exposição canina em 1921.
Foi morto às centenas
na Primeira Guerra,
pois era atrevido e corria a descoberto,
à procura de soldados feridos
nos campos de batalha.
Existe uma segunda variedade
do Pastor dos Pirineus,
chamada Focinho Curto
(com pêlo curto e fino no focinho),
mas ambas têm a índole
praticamente igual.
***
Altura: 40-50 cm (os machos)
Peso: 20-24 quilos
Cauda: franjada, terminada em curva.
Orelhas: normalmente curtas.
Olhos: castanhos escuros
Pelagem: pêlo espesso, nas cores ruiva,
cinza chumbo, branco e amarelado.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Pastor de Brie

O Pastor de Brie, originário do Oriente,
é um cachorro muito difundido
na França.
Carlos Magno já criava pastores de Brie que,
no transcorrer dos séculos,
adquiriram uma merecida popularidade
por sua inteligência, sua elegância
(apesar do tronco meio atarracado),
seu instinto natural de defesa
da propriedade.
Rústico e sábio, arguto e simpático,
na Primeira Guerra Mundial
ele cumpriu um importante papel
ao lado do exército francês.
Foi utilizado não só por sua extrema
sensibilidade auditiva
que permitia, antes do tempo,
colocar em alarme as sentinelas
como também por sua
formidável capacidade de descobrir
os feridos nos lugares
mais inacessíveis.
O Pastor de Brie, ou Briard,
tem o pêlo ruivo, caprino,
que lhe permite suportar tranquilamente
climas frios e chuvosos:
ele também é muito amigo da água,
ótimo nadador,
um pequeno adestramento fará dele
um perfeito cão salva-vidas.
As suas qualidades estéticas, admiradas
pela primeira vez na exposição
parisiense de 1886,
não sofreram mudanças:
barba, bigodes e sobrancelhas em tufos,
olhos bondosos
(escondidos entre os pêlos),
e uma rude mais
encantadora dignidade.
Os americanos o definiram com
o cão que restitui,
multiplicado por dez,
o carinho que lhe é dado".
*****
Altura: 62-68 cm (os machos).
Peso: 25-32 quilos.
Cauda: íntegra, curva e baixa.
Orelhas: inteiras ou amputadas.
Pelagem: de todas as cores, mas são
preferidos os escuros,
de pêlo longo 5-7 cm.
Não é tosado.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Pastor de Beauce

Como todos os cães de rebanhos,
também o Pastor de Beauce,
o Beauceron,
tem origens antigas.
Sua primeira aparição,
em uma exposição canina francesa,
data de 1863,
mas somente em 1889 ele "ganhou"
um nome oficial e um tipo standard.
Ainda que muito útil aos pastores,
o Beauceron era um cachorro perigoso;
fidelíssimo ao dono,
mas extremamente feroz
a todos quantos se aproximassem do rebanho da casa.
Apesar de já definido pelos criadores,
em fins do século XIX,
de lá para cá
teve ainda melhorado o seu caráter.
Muito inteligente,
ele foi utilizado na guerra
em muitos serviços auxiliares e,
sucessivamente, como cão policial
e de defesa pessoal,
sempre com excessiva,
embora controlada agressividade.
Muito parecido com o Dobermann
(talvez até seja um de seus ascendentes),
o Beauceron tem um certo ar de lobo:
é um cachorro rústico,
de pescoço musculoso e tórax largo,
pêlo num comprimento de 3 a 4 cm,
cauda franjada.
Nos últimos anos
foram tentados nesta raça
alguns melhoramentos estruturais e estéticos,
o que resultou, por exemplo,
num pêlo mais raso,
mas isso lhe trouxe, também,
uma queda de resistência às intempéries,
o que fez com que seus criadores decidissem,
afinal,
pela antiga forma
de um século atrás.
***
Altura: 70 cm (máxima)
Peso: 28-30 quilos.
Cauda: baixa, terminando em anzol.
Orelhas: amputadas por costume.
Pelagem: negro, cinza carvão, cinza com manchas negras,
sempre com as "meias vermelhas".

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Pastor Belga


Nos campos da Bélgica, em fins do
século XVII, falava-se de ovelhas
despedaçadas por cães pastores.
Os docentes das universidades ex-
plicaram que, por decênios, esses
tipos de cães andaram sendo acasalados
com qualquer raça, perdendo assim
o seu caráter profissional. Foi decidido,
então, sempre com base em pesquisas
de nível universitário, que iria "fixar"
o Pastor Belga, criando um tipo único
de cão dessa raça nacional, com carac-
terísticas físicas e morais controladas.
Na difícil empresa teve papel importan-
te o criador Nicola Rose, que, em uma
de suas ninhadas, conseguiu uma fêmea
toda negra, cor rara, então, para a pela-
gem de um cão. Depois de um ano con-
seguiu-se também o pastor macho, negro
e os dois foram dirigidos para o acasala-
mento. Em 1898, desse cruzamento de
Petite e Picard, nasceram filhotinhos
completamente negros. A nova raça con-
quistou logo o grande público e, durante
dois anos, surgiram exemplares iguais.
Descartada a idéia de chamar o novo cão
com o nome de seu "inventor" Nicola Rose
(Rose, um contra senso para um cão negro),
voltou-se à preferência para o nome de
Groenendael, um lugar perto de Bruxelas
onde aquele senhor tinha um castelo.
Se bem que nas veias dessa nova raça o
Groenendael tenha conservado sempre
vivo o instinto do guardião (ainda hoje,como
guarda de ovelhas, ele é considerado insu-
perável), e tenha revelado talento para ou-
tros serviços (auxiliar da polícia, por exem-
plo, ou defensor de pessoas e coisas, pela
amizade que oferece ao dono e
às crianças).
As qualidades do Groenendael são compa-
radas às do Pastor Alemão, mas com os
estranhos e os mal intencionados ele é ainda
menos tolerante. Para os que se interessam
em destiná-lo somente à guarda, é aconse-
lhável o adestramento, a fim de que possam
ser controlados eventuais instintos agressi-
vos ou cancelados quaisquer traços de timi-
dez. Um curso de adestramento pode durar
de três a seis meses, segundo a capacidade
de aprender do animal.
O Groenendael é um cão que, por sua natu-
reza nômade, tem necessidade de uma lon-
ga caminhada todos os dias; seu elegante
manto deve ser escovado sempre, mas
nunca tosado.
Além do Groenendael, de cor negra, exis-
tem outras variedades de pastores belgas:
o Tervueren (ruivo), o Malinois (cinza),
o Laekenois (ruivo, com uma mancha ne-
gra, na região do focinho). As diferenças
estendem-se, também, à consistência e
comprimento do pêlo, mas as qualidades
morais são, certamente, as mesmas para
todas as variedades.

*******

Altura: 62 cm, 10% menos para as fêmeas.
Peso: cerca de 28 quilos.
Cauda: íntegra, mantida baixa.
Orelhas: eretas, pequenas, em triângulo.
Olhos: castanhos, não ressaltados.
Pelagem: pêlo negro liso, por todo o corpo,
mais abundante no pescoço.



sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

RAÇAS DE CÃES

PASTOR ALEMÃO
Nas veias do Pastor Alemão corre sangue do
antigo lobo. Ele mesmo é popularmente conhecido
como Lobo. Conta-se que, no ano 1000, os monges
que emigraram da Escocia para a Alemanha
defenderam o convento dos bandidos usando como
"armas" cães pastores locais, cruzados com autên-
ticos lobos da floresta. Em poucas gerações tinham
a seu serviço uma raça de cães não somente corajosa
e agressiva, mas também adestrada, que atacava os
mal intencionados com a boca espumante e que, a
um chamado dos monges, se deitavam obedientemente.
Um velho ditado previne: o cão lobo está aos teus pés
ou em teu pescoço". Isto é, aos pés do dono ou no
pescoço do inimigo.
Desde os cruzamentos medievais, transcorreram
oito séculos antes que o Pastor Alemão fosse
apresentado em uma exposição canina. Isso aconteceu
em Stuttgart, em 1887. Desde então a sua luz nunca
mais deixou de brilhar. Agradavam, e muito, as suas
qualidades morais e estéticas, e sobretudo entusiasmavam
as suas fabulosas façanhas: encontravam (e salvaram)
feridos nos campos de batalha, levavam mensagens
sob tiros de canhões, localizavam o homem soterrado
pelas avalanches, agrediam os mal intencionados,
salvavam as crianças em perigo, eram um importante
auxílio na luta contra o contrabando.
Com infinita paciência, sabiam dar aos cegos um
pouco da luz perdida. Enfim, até um seriado de filmes
famosos. As aventuras de Rin-Tin-Tin, tornou o
Pastor Alemão célebre no mundo todo.
Ele pode ser definido como o rei dos cães. Possui
imponência de formas, caráter ousado e é ao mesmo
tempo alegre e obediente ao comando do seu dono.
Deve ser adestrado nas escolas especializadas?
Só para aprender a obedecer, isto é, a parar, sentar,
a assustar os ladrões, a não perturbar os próprios
donos, a atender ao chamado com uma só palavra.
Ensinamentos mais profundos, por exemplo, como
agressão ao homem são reservados aos cães "profis-
sionais", da polícia.
As altas qualidades morais e estéticas de um Pastor
Alemão não suportam mudanças, por isso é neces-
sário que os cruzamentos sejam sempre entre cães
de raça pura, com pedigree.
Cuide-se também em não deixar procriar os animais
muito apáticos ou nervosos, aqueles com focinho
curto ou com orelhas caídas, a cauda em anzol, os
membros muito largos ou de tamanho menor que
a média. É melhor procurar um canil de criação
qualificada onde, conhecidos os genitores, poder-
se-á intuir sobre o aspecto futuro e o caráter do
filhote que se está por adquirir.
Existem, na raça, cães de pêlo duro e de pêlo longo,
ambos muito eficientes e bonitos.
Altura: 60-65cm Peso: 35-40 quilos
Orelhas: altas e bem afinadas.
Cauda: pendente, um pouco curvada.
Olhos: amendoados, tendendo ao escuro.
Pelagem: cinzento, ruivo, costas em negro ou em
marrom claro.